Capítulo 5 Coringa

1421 Words
Não era possível que o destino estava me pregando essa peça, uma princesa dessas completamente virgem na minha cama, implorando para que eu tenha cuidado e me forçando a quebrar a promessa de que nunca mais faria amor na minha vida. O corpo dela era tão perfeito que parecia uma escultura, não conseguia acreditar como ninguém antes tenha se interessado por ela, com toda essa beleza, os olhos marcantes, lábios perfeitos. Confesso que é a mulher mais linda que já vir, o meu p*u estava louco por ela e eu recuaria. Joguei-a na cama, a mulher ficou paradona, sem saber o que fazer, foi nesse momento que vim por cima, beijando seu pescoço e passando a língua nele. Desci os lábios passando os dentes sobre sua pele e ela não resistiu. — Ah! — gemeu mordendo os lábios. Massageei seus s***s com delicadeza eles eram perfeitos e cabia na palma da minha mão. Com cuidado passei a língua contornando cada um deles e logo em seguida os suguei com força. – Ah! — miou novamente. Com uma das minhas mãos trilhei um caminho do seu abdômen até chegar a sua calcinha. Com cuidado a coloquei de lado fazendo meu dedo explorar seu clítoris. Fiz movimentos circulares e ela tentou tirar a minha mão, mas eu era mais forte. — Eu quero te ver sentindo prazer, quero te dar prazer, moranguinho lindo — falei ao percebe que ela estava completamente vermelha. Aquela garota era divina, o homem que a tivesse seria o mais sortudo desse mundo, disso eu tinha certeza. Com cuidado, tracei uma trilha de beijos do seu abdômen até chegar a sua b****a. Tirei sua calcinha e me encaixei no meio das suas pernas, passando a língua na sua b****a com maestria. — Ah! Isso é muito bom — sussurrou enquanto chupa sua b****a. Não era possível que estava descumprindo mais uma regra por causa dela. Suguei seu nervo inchado com força e ela cruzou as pernas na minha cabeça, tentando me tirar, mas não conseguiu. A torturei com tanto t***o, que ela gozou feito louca na minha boca, não perdi tempo e bebi o seu mel delicioso. Me afastei dela, observando seu corpo que pegava fogo, sua respiração estava entrecortada, seus cabelos bagunçado e por mais que tentasse esconder, ela tinha um sorriso lindo no rosto, estava satisfeita, mas eu queria mais, meu desejo era fazer ela se tornar mulher na minha p**a. Com cuidado, tirei a minha cueca, ela olhou para o meu p*u como se tivesse vendo uma coisa de outro mundo. Diana puxou as cobertas para se enrolar e meneou a cabeça em sinal negativo. — Acho que não vai dar certo! Não vou dar conta — disse para si mesmo e eu acabei rindo. — Você vai dar conta, sim! Ele foi sobre medida para você. Só confie em mim — pedi puxando o lençol do seu corpo. Peguei um travesseiro e coloquei na cabeça dela, para que se sentisse mais confortável, após isso, eu me encaixei no meio das suas pernas, pincelando meu p*u na sua bocetinha molhadinha e quente. A p***a era apertada para c*****o, forcei a entrada e com dificuldade conseguir colocar a cabeça, me esforçando para manter o controle da situação. – Por favor, tira! Isso doí demais — implorou, mas eu não iria parar. Segurei o seu rosto e grudei nossas testas, aumentando a tensão s****l entre nós dois. — Eu preciso que confie em mim, para isso dar certo. Abra mais as pernas, para me receber — ordenei e ela obedeceu. — Se eu demorar vai doer mais, se deixar, vou entrar de vez e romper a sua barreira, ficar parado até que se acostume com o tamanho e só quando permiti, vou me mexer — falei sem tirar os olhos dela. — Tudo bem, eu confio em você — disse me olhando e uma corrente elétrica percorreu todo o meu corpo. Saber que ela confiava em mim foi o que eu precisava. Introduzir meu p*u novamente na sua entrada e dessa vez fui fundo, rompendo a sua barreira, a tornando mulher. Diana fez uma careta de dor, as lagrimas molharam seu rosto e ela não recuou. Fiquei parado, lutando contra mim mesmo e contra a vontade insana de me mover, mas estava me controlando, para não machucar ela. Porém suas paredes quentes e apertadas, estavam pressionando o meu p*u, me deixando maluco. — Por favor, diga que posso me mover — implorei vendo que ela estava conseguindo se acostumar. — Pode se mover! — sussurrou e eu não conseguir mais me controlar. Entrei fundo e forte, me movendo feito louco. Ela era viciante, sua b****a era receptiva demais e eu a queria para mim, só para mim. — Ah! — gemeu enquanto eu tentava me controlar, mas não conseguia. Feito um animal entrei e sair da b****a dela com força. Estava prestes a chegar ao meu limite, mas queria que ela gozasse no meu p*u, queria ter essa sensação e ver como ela é, a forma deliciosa dela. Entrei mais fundo e forte, ela começou a se contorcer, iria gozar no meu p*u, sentir isso quando sua b****a apertou a minha p**a, estava difícil manter a calma, eu estava louco. – Goza para mim, sua safada! Mela a p***a da minha p**a com seu g**o gostoso — vociferei e o corpo dela atendeu aos meus pedidos, gozando feito louca no meu p*u. Eu não resistir aquela cena linda. Derramei todo o meu líquido da sua b****a, alucinado de prazer. Eu sair de dentro dela, meu p*u estava sujo de sangre provando que ela não mentiu, que era realmente virgem. Olhei para a sua b****a e vir que estava perdido quando vir o g**o misturado com o sangue, me deu vontade de marcar território, de não deixar outro cuzão encostar nela. Aquela mulher era fraca para c*****o, acabou pegando no sono. Eu seguir para o banheiro e tomei um banho, mas o cheiro dela parecia impregnado no meu corpo. O meu sexo com ela foi bom, mas não dar para esquecer a realidade, aquela mina não é a Melissa. Ela gostosa para c*****o, bem cheirosa e bonita, mas não consigo confiar mais, não depois de ter o meu coração partido e continuar amando a mulher que me fez m*l. Confesso que sou homem, não posso ficar sem sexo, sem uma mulher para me satisfazer e essa é boa. Talvez ela seja um excelente prémio de consolo, fico com ela até a Melissa se decidir, quando ela para de brincar com meus sentimentos, nós podemos voltar, ou talvez, a Diana pode servi para deixar a Melissa louca de ciúmes, ela é cheirosa, meiga e linda. Não é nenhum sacrifício ficar com ela para mim. A minha mente estava a mil, eu iria usar a garota para provocar a Melissa e mostrar a ela que superei essa p***a. Esse era o melhor remédio, eu preciso ser frio para ela saiba que nunca vai me ter. Sair do banheiro vestindo a minha roupa, assim que cheguei no quarto a mina ainda dormia e eu não tinha como deixar. Seguir até ela e puxei pelas pernas com força a assustando. — Ai, o que foi isso? — perguntou se tremendo. — Você é fraca, trepou agora e já está cansada? — dei uma gargalhada. — Acho bom ficar mais forte, pois as próximas vezes será sexo duro, não vou pegar leve, fiz isso agora, pois você era virgem. Mas quero deixar claro que quero de novo e você vai andar na linha se quiser ficar bem, entendeu? — perguntei segurando o pescoço dela. — A gente vai se encontrar de novo? Eu pensei que seria só essa vez — murmurou confusa. — Sua b****a vale 5 mil? No mínimo mais uns 5 vezes, mas eu quero bem mais, eu quero você. Decidi que vou ficar contigo, o que acha? — questionei e ela estremeceu. — O que? Ficar comigo? Mas… — cortei ela. — Para de questionar! Não estou com paciência para essa p***a! Apenas entenda que você é minha e quero que fique na linha, entendeu? Se fizer merda, eu vou cobrar, estou te nomeando a minha amante oficial — disse com ironia. — Mas, eu… — eu a interrompi. — Não fala, não quero ouvir. Se veste e vaza, fica na sua que eu faço contato, moranguinho — falei irônico e ela não falou nada, apenas pegou as roupas e se vestiu na minha frente, se tremendo e tentando ser forte.
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