capítulo 25

1337 Words

Ele agiu como médico. Bom… mais ou menos. Primeiro me pegou no colo e me levou para uma sala diferente da comum. O ambiente era frio, metálico, impessoal. Ele analisou meu braço com cuidado forçado, tentando não mexer demais, enquanto resmungava coisas desconexas sobre raio-x, ossos fora do lugar e Christina. Eu estava presa numa nuvem espessa de dor e sofrimento que me deixava entorpecida. Tudo doía. Tudo pulsava. Foi então que percebi que ele havia aplicado algum tipo de anestésico em mim — algo muito forte. Meus pensamentos começaram a se dissolver, se transformando em sonhos distópicos e confusos, imagens quebradas, sons distantes. Ao menos eu estava viva. Eu acho. — Por favor… me deixe ir embora… — imploro, a voz rouca, as palavras saindo emboladas enquanto estou deitada sobre u

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