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909 Words
Miguel narrando - Eles não vão vir - Ela diz sorrindo. - Não. - Eu falo para ela. - Você aceita tomar uma taça de vinho comigo? - Sim, aceito. - Ela diz sorrindo. - Suave ou seco? - Eu pergunto. - Suave. - Ela responde. - Assim como você. - Eu falo e ela me encara com um sorriso de leve. Eu peço as nossas taças de vinhos e também a gente faz o pedido dos nossos pratos. - Então você é do interior de São Paulo? - Eu pergunto para ela que assente com a cabeça. - Oque veio fazer no Rio de Janeiro? - Estudar, eu curso direito na UFRJ. - Ela responde. - Faz dois anos que estou aqui. - Os seus pais não são daqui? - Ela n**a. - Não, eu sou sozinha aqui. Não falo completamente porque tenho a Renata. Mas - Ela diz sorrindo e levando a taça de vinho até sua boca , eu encaro ela bebendo o vinho delicadamente e prendo meus olhos em sua boca. - E você? Já falei tanto de mim. - Não tenho muita coisa para falar de mim, eu dirijo à empresa do meu pai, prático corridas de motos três vezes por semana e corro na praia todos os dias bem cedo, um pouco pacata à minha vida. - Eu falo para ela que sorri. - Duvido que seja tão fácil assim dirigir uma empresa do tamanho da sua - Ela diz me olhando. - Deve ter problemas o tempo todo. - Tem sim - Eu falo para ela - Você não imagina o quanto. - Nem quero - Ela diz bem sincera e rindo. - E você trabalha com a Renata? - Ele pergunta. - Quem me dera - Eu falo - Na verdade acho que não daria muito certo trabalhar em uma galeria de arte , não sou nada delicada. - Eu sorrio com a sua observação. - Eu trabalho em uma cafeteria na mesma rua da sua empresa. - Cafeteria Dolce ? - Eu pergunto. - Sim, Essa mesmo. - Eu respondo para ele. - Vários funcionários vão lá, Mas nunca vi você por lá. - Não me dou bem com o dono de lá, é o Daniel ainda? - Eu pergunto. - É sim - Ela diz arqueando a sombrancelha. - Ele é um b****a mesmo. - Você trabalha lá a muito tempo? - Eu pergunto para ela. - Dois anos já, desde que eu cheguei no Rio. - Ela responde. - Luana à esposa dele é minha prima, mas Daniel é um mala e trai ela com Deus e o mundo e só a Luana não ver isso. - Ele diz. - Bom, confesso que vou ter que concordar com você. - Ela diz me olhando. - Eu tenho pena da sua prima, ela é muito apaixonada por ele e faz de tudo para que dê certo o casamento deles. - É eu sei - Eu falo para ela. Luana era irmã de Willian e ambos filhos do meu tio Alberto o mesmo que está tentando me tirar da presidência à todo custo. Nos saimos da praia e vamos andar na praia , eu paro para comprar uma cerveja e Yasmin pega uma água de Coco. - Não gosto de misturar - Ela diz - Se não eu vou passar m*l. - Entendo. - Eu falo para ela. - Eu não gosto muito também, mas hoje à noite está quente e pede. - Ela sorri. Caminhamos mais um pouco pela praia e conversamos mais um pouco, mas Yasmin não era muito de dar a******a. Entramos dentro do carro para levar ela ir embora. - Amanhã Renata e Pedro vão encher muito à nossa paciência para saber como foi o encontro que eles amaram. - Eu falo para ela. - Se já não tiver mensagem no celular - Ela diz rindo. - Renata colocou na cabeça que preciso ter alguém na minha vida, mas não tenho nem tempo para isso. Minha vida já é tão agitada. - Mas você precisa ter tempo para você também. - Eu falo para ela. - Olha quem fala. - Ela diz me olhando e rindo. Ela liga o celular e mostra as mensagens de Renata. -O dia será longo para nós. - Eu falo para ela. Ela coloca o celular em cima do painel e começa a rir. - Nossos amigos loucos, arrumar par romântico para os outros eles querem. Marcar a data do casamento eles não querem ne? - Ela diz. - Vão ficar um enrolando o outro para sempre. - Eu falo e ela sorri. Estaciono o carro na frente da sua casa. -Obrigada pela noite - Ela fala - Foi muito agradável. - Eu que agradeço. - Falo para ela que me dar tchau com um beijo no rosto. - Até mais. - Boa noite. - Ela diz sorrindo e a gente se encara por alguns segundos ela continua sorrindo e sai do carro. Eu ligo o carro e dou à volta para ir embora, ando alguns minutos e o celular dela começa a tocar no painel e vejo que era à Renata. - Ela esqueceu o celular. - Eu falo para mim mesmo. Espero chegar em um trevo e faço à volta e quando aproximo o carro da casa da Yasmin, Eu vejo um cara armado ameaçando ela. Eu abaixo o vidro e começo à escutar oque ele dizia para ela.
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