CECÍLIA Será que Thomas entendia que minhas ligações eram particulares? É claro que não. — Oi mãe! — aproximei o celular do meu ouvido. Thomas foi um fodido intrometido e tomou da minha mão colocando na mesa para ele escutar também. Fiz cara f**a pra ele, mas eu já devia saber que ele não se importava se eu estava achando r**m o jeito invasivo dele. — Como está minha filha? Prestei atenção na conversa, depois eu me entendia com ele. — Estou bem. Aconteceu alguma coisa? — Oh, sim. — sentia a animação em sua voz. — Acredita que o Renato já está fora do perigo? Em dois dias ele voltará para casa. Parei de escutar na hora que ela falou o nome do Renato e prestei atenção no rosto de Thomas. As expressões eram de tédio, raiva e seu aperto em mim estava se tornando sufocante. Esse er

