[NARRADO POR MURILO FERREIRA] Ela subiu em cima de mim como quem pisa no trono. Devagar. Letal. A raba roçando no meu quadril, aquele tecido fino da calcinha me provocando como se tivesse sido feito pra me punir. Eu tentei levantar o braço, instinto, vontade de agarrar, puxar, dominar. Mas o pulso preso pela fita de cetim me lembrou: não era noite de comando. Era noite de sentença. — “Tu vai ficar aí... quietinho, Murilo. Igual cachorro amarrado que só late e baba.” — ela sussurrou no meu ouvido, e a voz dela... p***a, a voz dela tinha gosto de pecado. — “Melissa, pelo amor de Deus…” — “Deus não vai te ajudar hoje.” — ela cortou, sentando firme no meu p*u duro por baixo da calça. Quase gozei ali mesmo. Ela rebolou devagar. Cintura solta, olhar preso no meu. Mordia o lábio como se est

