Helen Assim que desci do carro, senti como se as minhas pernas tremessem como geleia e as minhas mãos suando muito. Arrumei o meu uniforme e aproximei-me do portão, estava sempre aberto. Por um momento pensei em voltar, em fugir sem olhar para trás, mas sabia que isso seria minha demissão imediata e não podia me dar ao luxo de ficar sem emprego, então respirei fundo e continuei andando. Tudo estava idêntico ao que eu havia deixado, pelo menos na frente da mansão. Caminhei mais um pouco tentando controlar a respiração e toquei a campainha. Nem um minuto se passou, quando a minha querida Margarida apareceu atrás dela, com aquela cara séria que a caracterizava, mas que era apenas uma camuflagem, porque ela era a pessoa mais doce do mundo. — Bom dia. Eu disse assim que ela abriu a porta,

