continuação Rayanne narrando Quando nos afastamos, ele beija minha testa e suspira. — Vamos almoçar, loira. Antes que eu decida te sequestrar pra casa e não deixar mais ninguém te olhar. Dou risada e balanço a cabeça. — Vamos, ciumento. Suellen chega e agente sair pra almoçar. Deixei tudo organizado. Ele segura minha mão, pega as coisas e saímos do hospital. No fundo, eu gosto desse jeito dele. Porque sei que o amor que ele sente por mim é real. Pesadelo segura firme a minha mão enquanto caminhamos até o carro. O sol tá forte, mas o calor que sinto vem mais da forma como ele me olha do que do clima lá fora. Ele abre a porta pra mim, e eu entro, sentindo o cheiro amadeirado dele invadir o espaço. — Coloca o cinto, princesa — ele diz, enquanto liga o carro. Faço o que ele pede,

