Diana Estava afundada no meu sofá há horas. Duas, talvez três. O tempo parecia ter parado enquanto a minha cabeça girava como uma montanha-russa desgovernada. Eu não conseguia pensar direito. Tinha um buraco no meu peito, uma mistura de culpa, excitação e puro caos emocional. O Ethan. O meu chefe. O homem que sempre foi meu fetiche proibido, meu crush silencioso, meu pecado não confessado. Dois anos me corroendo por dentro, cheia de pensamentos indecentes, noites suadas e fantasias sujas… e agora? Agora a gente tinha transado. Real, oficial. Era pra eu estar feliz, né? Realizada, pulando de alegria. Mas tudo parecia errado. Ou certo demais pra ser real. Era o tipo de coisa que a gente guarda na imaginação. Que se vive só com os olhos fechados, no escuro do quarto. Nunca pensei que is

