Victoria Abri meus olhos e senti uma dor de cabeça horrível. Meu celular estava apitando ao lado na cabeceira da cama... Que não era minha. Flashes vieram em minha mente, da noite anterior. Henry... Henry alguma coisa. Olhos lindos, cortantes. O sorriso não-plastificado foi o que me pegou. Levantei e peguei o celular, estava cheio de mensagens... Não esperava menos, não depois do que fiz na noite passada. Fui até a cozinha e ele estava sem camisa, preparando alguma coisa no fogão. — Bom dia, dorminhoca. — Ele disse, e eu suspirei. — Nós transamos? Porque eu não lembro. — Ele riu e negou com a cabeça. — Acho que não, eu tô de roupa. — Costuma ir pra cama com qualquer um, Victoria Ferrer? — Eu girei os olhos. — Não. Não tenho tempo pra sexo. Minha vontade de matar meu pai ocupa minha m

