– Banditti? – arfou Anna. – Homens maus. Moram lá em cima. – Ele cuspiu com desprezo. – Não são nosso povo. Mais ordens soaram em dialeto e os carregadores se moveram lentamente para diante. Seria impossível escapar – somente uma pessoa por vez poderia se mover. Está fora, sem dúvida, uma emboscada planejada. Os bandidos já haviam desarmado os guardas, e Anna podia ver que dois carregadores estavam machucados, apesar de não parecerem gravemente feridos; eles ainda podiam andar, apesar de fazê-lo com alguma dificuldade. Os guardas pareciam ilesos. O homem de uniforme dourado e esfarrapado deu uma ordem ríspida, e os carregadores e guardas foram levados para uma caverna na rocha e obrigados a sentar com as mãos na cabeça. Anna suspirou com alívio. Eles não queriam m***r ninguém – ainda.

