Demétrio Assim que digo meu nome, ela me olhar, mas não é um olhar de ódio é um olhar diferente que não sei decifrar, mas a vontade que tenho é de abraça lá, proteger a minha menina e dizer que tudo vai ficar bem, dizer que tudo que disseram de mim, é uma mentira. Ela passa as mãos na perna está sem jeito, sua expressão é triste ela é muito parecida com a lembra minha Isabel, sua mãe. — É... — ela gagueja — O senhor quer senta? — ela pergunta. — Ah! Claro, sim, quero sim. — digo sem saber o que fazer, pois, ter ela ali na minha frente, a minha garotinha agora uma mulher me deixa sem ação. — Como conseguiu passa por Aníbal? — ela pergunta de cabeça baixa. — Eu posso explicar isso depois, é que antes eu preciso... — Eu já sei de tudo, eu já sei a verdade que você é meu pai, e que não

