cap 03 eu preciso subir seu morro

551 Words
Sophie . . . Mergulhei de cabeça no caso. Passei horas pesquisando e estudando todas as evidências e detalhes relacionados à Matheus Braga, meu cliente. Tive que entender cada aspecto desse caso. Cada detalhe que podia fazer a diferença. Policial: Por aqui, senhorita! Me guia até a sala do meu mnais novO cliente. Obrigada! - Ele assenti. Policial: Estarei do outro lado da porta, qualquer coisa é só bater. Assinto e ele fecha. Entrei na sala de visitas da prisão para o encontrar pela primeira vez. Meu olhar fixou nele, sentado no outro lado da mesa. Ao vê-lo, senti uma mistura de curiosidade e apreensão , e um sorriso tímido surgiu em meus lábios. –Olá, Sr. Matheus. Sou Sophie, sua advogada. Estou aqui para ajudá-lo. Meu cliente me olha com as sobrancelhas erguidas, com desconfiança, mas posso perceber um brilho de esperança em seu olhar. Seu casoé muito mais difícil do que se pode imaginar. Braga: Ah, é? Você acha que pode lidar com um caso como o meu? Acha que consegue me defender? Já tive outros advogados que não conseguiram nada. E me chama de Braga, jae? Me inclino para frente, mantendo o contato visual com ele. - Eu entendo sua preocupação, mas idade não define habilidade, Braga. Estou determinada a encarar isso. Vou fazer tudo que estiver ao meu alcance para tirá-lo daqui. Ele franze o cenho, provavelmente ainda incerto. Braga: Tá pensando que é fácil, gatinha? É difícil eu acreditar nisso porque eu sei o quanto meu casoé complicado. - Eu sei que pode parecer diffcil agora, mas não perca a esperança. Vamos trabalhar juntos nisso. Você não está sOzinho. Ele me olha nos olhos, com certeza pode perceber a sinceridade com que falo. Pelo menos uma ponta de esperança, posso garantir que ele sentiu. Braga: Talvez... só talvez você possa ser diferente dos outros. Vamos ver o que pode fazer. Sorrio amplamente, me sentindo grata por ter conquistado um pouco de confiança. -E tudo que peço, Braga. Vamos começara trabalhar no seu cas0 e provar sua inocência juntos. Braga: Inocência? Que inocência? -Fala gargalhando Tú tá ligada que eu sou culpado de tudo, né? Reviro os olhos. –0 único caso que eu não pego para defender é estupro ou agressão, e outros aí, mas fora isso, você me pagando bem eu finjo que você é inocente. - Ele ri negando. Braga: E doutora... parece que vamos nos dar bem. – Me da um sorrisinho malicioso e eu sorrio fraco. Não posso negar que ele é um gostoso, o tipo de cara que meu pai me mandaria para outro país se soubesse que estou me envolvendo. Eu posso te perguntar algo?- Decido tocar no assunto da minha irmã. Braga: Fala aí, pô. Do seu morro, você conhece alguma Camille Laurent? Braga: Conheço, mulher do meu sub, por quế? Pergunta estranhando. -Eu preciso subir seu morro. Braga: E por que eu deixaria? –Camille é a minha irmã. Fomos separadas a anos por conta do meu, eu preciso vê-la. Me deixa ver a minha irmã em segurança, por favor! Braga: Jae, vou desenrolar issO pra tu, mas meus mano vẫo ficar na tua cola. Fala depois de um tempo. Não tem problema, obrigada! Eu prometo fazer o que eu puder pra te tirar daqui. . . .
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