ELLA. Cada um dos meus poros parece um vulcão em erupção. Eu sinto o meu coração espremer dentro do meu peito, um vulto de sensações e sentimentos se propagam pelo meu corpo, mas fúria é o que eu sinto. Raiva, raiva de mim mesma por ter parte dela no meu DNA, por eu ter passado todo esse tempo procurando por ela e a chamando de mãe, raiva por sentir ou ter esperança de ver aquilo que eu tinha de lembrança regressar. E raiva dela! Raiva de tudo nela, raiva por ela ter me tido. Eu me sinto um lixo, uma nada. Eu nem sequer posso dizer que eu tive uma mãe maravilhosa a esse ponto, para os filhos dos Riina, mas o filho dela teve. Eu sinto raiva por ela ter traído o meu pai, por ela ser um dos principais motivos pela qual eu não conseguia dormir por anos, o motivo pela qual eu me perdi d

