Capítulo 11

2239 Words

ELLA. - O que foi? - eu falo abrindo a porta, e o homem me olha de cima a baixo e abre a porta ao máximo. - Não tranque as portas. - ele fala, e eu suspiro fundo, ainda o encarando. - Eu quero fazer xixi, você vai ficar aqui para me assistir? - eu o questiono e ele olha pelo banheiro, como um brutamontes e depois desce o seu olhar em mim. - Aqui não tem nada, que possa usar para escapar ou ferir alguém. - ele afirma e eu o olho. - Então, não tem porque você estar aqui. - eu digo. - Nós possuímos sensores, não tranque as portas. - ele diz e simplesmente sai dali. Que doido. - Eu não acredito nisso! - eu literalmente grito, colocando a minha mão ensanguentada para a lavar. Demorei um tempo, para verificar os ferimentos, e depois achar a mala de primeiros socorros e higieniza-lá.

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