❤️🔥 Anônima ❤️🔥
Cheguei na casa do Igor no domingo à tarde. Mas quem abriu a porta não foi Igor - foi o pai dele, o Sr. Marcos, um homem de 40 anos que sempre me deixava com os olhos grudados nele sem querer.
— Igor foi pra casa da namorada. Disse que volta em uma hora — murmurou, encostado no batente, os braços cruzados fazendo os músculos do peito esticarem a camiseta branca.
Mordi o lábio por dentro. "Uma hora era tempo suficiente."
— Posso esperar? — perguntei, fingindo inocência.
Ele fez um gesto com a cabeça e me deixou entrar. A casa estava silenciosa, o cheiro de café fresco no ar.
— Quer algo pra beber? — ofereceu, indo em direção à cozinha.
— Água, por favor.
Fui atrás dele, observando aquele corpo que parecia ter saído de um filme proibido. O Sr. Marcos tinha aquele jeito de homem maduro que sabia exatamente o efeito que causava: barba por fazer, cabelos grisalhos desarrumados e um olhar que parecia ler meus pensamentos mais sujos.
Quando me entregou o copo, deixei escorregar. A água caiu toda na minha blusa rosa, deixando os s***s completamente transparentes.
— Ai, como sou desastrada!
Os olhos dele escureceram. Eu não usava sutiã.
— Vai ficar só olhando? — provoquei, arqueando as costas para que meus m*****s durinhos ficassem ainda mais evidentes.
Foi o suficiente.
O Sr. Marcos veio pra cima de mim como um animal faminto. Antes que pudesse piscar, suas mãos grandes já apertavam meus s***s, os dedos rodando meus m*****s enquanto me empurrava contra a bancada.
— Você fez de propósito, né, safadinha? — rosnou no meu ouvido, antes de levar a boca ao meu peito.
Soltei um gemido quando sua língua quente envolveu meu mamilo, sugando com força, como se quisesse arrancar leite de mim. A barba dele arranhava minha pele, e a dorzinha só me deixou mais molhada.
— Ah, seu gostoso...
Minhas mãos desceram até o cinto dele, abrindo os botões da calça com pressa. Quando encostei no volume duro por baixo da cueca, ele gemeu contra meu peito.
— Vou te mostrar como um homem de verdade come uma p*****a como você.
Ele me levantou como se pesasse nada e me jogou em cima da mesa, derrubando fruteira e tudo. Antes que pudesse me recompor, já estava entre minhas pernas, puxando minha calça e calcinha para baixo com um só movimento.
— Tão molhadinha... Já estava pensando nisso antes de chegar, né?
Não tive tempo de responder. Ele enterrou a língua na minha b****a como se estivesse com sede, lambendo, sugando, devorando como se fosse a última refeição dele.
— c*****o, seu velho tarado! — gritei, os dedos se agarrando aos cabelos grisalhos dele.
Ele riu, o hálito quente contra minha b****a.
— Chama de novo.
— Seu velho tarado!
Quando seus dedos entraram em mim ao mesmo tempo que sua língua no c******s, gozei com um grito, meu corpo tremendo como um terremoto. Mas ele não parou.
O Sr. Marcos se levantou, tirou a calça e finalmente mostrou o que eu tanto queria ver: um p*u grosso, veiudo, que parecia ainda mais imponente naqueles quadris largos de homem maduro.
— Abre essas pernas, garota.
Obedeci, empinando o quadril enquanto ele se posicionava atrás de mim.
A primeira entrada foi de arrepiar. Ele encheu meu útero com uma só estocada, fazendo-me gritar.
— Ahh, que delícia, senhor Marcos...
— p***a, você é tão... gostosa.
Ele começou a f***r com força, cada movimento rasgando meus gemidos. A mesa batia na parede, os pratos vibrando no armário.
— Goza no meu p*u, vai — ordenou, uma das mãos agarrando meu pescoço.
Quando ele gozou dentro de mim, foi com um rugido abafado, os dedos marcando minha pele. Senti tudo, quente e grosso, enquanto meu próprio orgasmo me sacudia.
Ele saiu de mim devagar, me virou e deu um tapa na minha b***a.
— Agora vai lá limpar essa b****a antes que meu filho chegue.
Sorri, ainda ofegante.
— E se eu não quiser?
Ele riu, puxando-me para um beijo molhado.
— Então a gente repete.
Os lábios do Sr. Marcos ainda estavam grudados nos meus quando vi Igor parado na porta da cozinha, os olhos arregalados.
— Pai? — a voz dele saiu rouca, quase irreconhecível.
O Sr. Marcos se afastou de mim tão rápido que tropeçou na própria calça ainda arriada.
— Filho, eu...
Me encolhi contra a mesa, tentando cobrir meu corpo com as mãos, mas era inútil: meus s***s ainda marcados pelos dentes dele, as pernas abertas e meladas de nós dois.
Igor olhou para mim e sorriu.
— Ela é linda, né, pai?
Meu coração pulou. O Sr. Marcos engoliu seco. Igor se aproximou de mim.
Esperava nojo, raiva, qualquer coisa... mas ele passou o dedo no meu mamilo e levou à boca, chupando devagar.
— Sempre quis te ver assim — sussurrou, antes de me puxar por cabelo e me beijar com uma fome que me deixou tonta.
O Sr. Marcos rosnou.
— Igor, filho...
— Problema, velho?
Os lábios de Igor ainda estavam grudados nos meus quando senti o olhar do Sr. Marcos. Afastei-me do filho só o suficiente para olhar o pai, e estender a mão para ele.
— Não vai ficar só olhando, não é, seu gostoso?
Igor riu baixo contra meu pescoço, a mão já descendo para apertar minha cintura.
— Você prefere me ver comer ela?
O Sr. Marcos hesitou por meio segundo; até eu abrir as pernas devagar, mostrando o que ainda escorria dele.
— Quero vocês dois. Agora.
Igor foi o primeiro a me empurrar de joelhos, enfiando seu p*u na minha boca enquanto o pai dele me lambia por trás, a língua passando sobre meu cu, b****a e c******s.
Eu gemi, empurrando o quadril para trás, implorando por mais.
— Engole o c****e do meu garoto, p**a.
O Sr. Marcos me virou com um movimento brusco e me colocou de quatro.
— Quero te ver gozar no p*u dele. Abre essas pernas — ordenou, enquanto puxava Igor pelo braço e empurrava para debaixo de mim.
Igor deitou de costas no chão, e enterrou-se em mim com um só movimento, enquanto o pai posicionava o p*u no meu cu com uma pressão que me fez tremer.
— Fode essa b****a, filho — o Sr. Marcos rosnou, enquanto me enchia por trás.
Os gemos deles se misturavam, um mais rouco, outro mais jovem, as mãos deles se encontrando no meu corpo, marcando posse.
Eu gritei quando os dois perderam o controle ao mesmo tempo, Igor jorrando na minha b****a enquanto o pai dele me enchia de p***a quente outra vez.
[Fim do conto]