— Que tal eu c****r sua b****a como sobremesa antes do jantar? — a visão dele entre minhas pernas era de tirar o fôlego de qualquer um. — Não parece uma má ideia, não é? — sorriu, passando as pontas dos dedos pelo tecido da minha calcinha, seguindo por sobre a linha fina da costura.
— Como você consegue? — murmurei, quase sem ar.
— O quê?
— Falar muito e fazer tão pouco... — ele não esperou muito para tirar a minha calcinha e jogá-la em algum canto da casa.
— Foi você quem provocou — riu de maneira descarada, já aproximando o rosto da minha b****a — Lisinha... Eu gosto disso. Agora eu vou c****r bem gostoso. — elogiou e eu fiquei mais excitada do que já estava. Se existia uma coisa que eu nunca deixava de fazer era me depilar. Ninguém merece uma xoxota cabeluda.
A primeira lambida me fez estremecer por completo. Eu só não estava preparada para o que vinha a seguir... Quando ele disse que ia c****r minha b****a, achei que seria como acontecia com os caras que eu saía às vezes, que têm nojinho de meter a boca e fazer um trabalho até digno. Com Blaine a coisa não foi assim. Ele me chupava como se estivesse beijando a minha boca, e o meu c******s estava tão inchado que quase enlouqueci quando ele passou a língua várias vezes sobre ele. Quando ele introduziu o dedo na minha b****a e a chupou ao mesmo tempo, me desmanchei em um o*****o delicioso. Eu tinha acabado de me render a ele. Olhando para Blaine, com seus lábios ainda úmidos do ótimo trabalho que havia feito, tive a certeza que ele era o homem que tomaria boa parte dos meus pensamentos pelo resto da minha vida.
— Agora podemos jantar... — ele não queria que eu retribuísse o carinho?
— E você? — perguntei, fechando as pernas e me sentando na borda da mesa.
— Quero f********r com você, e não t****r na mesa da sala de jantar — se aproximou, segurando a minha nuca com uma das mãos e olhando nos meus olhos, enquanto a outra apalpava a minha b***a.
— Isso que aconteceu foi o quê, exatamente? — brinquei.
— Bom, isso foi um prelúdio do que será a sua vida ao meu lado — disse começando a me beijar.
Se tinha uma coisa que Blaine sabia, com certeza, era fazer um o**l e ser quente. Ele tinha mãos ásperas, que quando deslizavam pelo meu corpo, provocavam um arrepio gostoso, me deixando ainda mais louca por ele. Seus músculos firmes e sua pele macia com um cheiro amadeirado eram os ingredientes-chave para que ele se tornasse ainda mais irresistível.
— Acho que você é a melhor coisa que já me aconteceu, em toda a minha existência... — sussurrou, encostando sua testa na minha e fechando os olhos.
— Você falando assim vou acabar me apaixonando... — sorri ao falar, mesmo sabendo que ele não estaria olhando para mim.
— E eu acho que já estou por você — eu não sabia o que responder ao que ele havia acabado de falar.
Muitas coisas se passaram na minha mente. Uma delas era como alguém pode ter uma conexão tão forte com outra em tão pouco tempo. Tentar explicar algo assim é quase impossível; há tantas variáveis, tantas coisas e sentimentos que podem concretizar algo do tipo, que ficaria difícil explicar.
Com Blaine, eu poderia esclarecer da única forma que entendia naquele momento: destino. E se tudo o que me aconteceu foi apenas uma tempestade antes da bonança? Que ele, na verdade, seria meu pote de ouro no final do arco-íris? Minha mente dava voltas e mais voltas nesses pensamentos.
— Acho melhor a gente comer aquela pizza... — abri meus olhos, e vi que ele me observava.
— Prometo ser mais romântico da próxima vez — disse beijando meus lábios de forma carinhosa; depois se afastou de mim e me ajudou com o vestido.
Durante o jantar, conversamos sobre tudo. A questão da família dele parecia bem mais complicada do que a minha. Blaine não tinha pai e nem mãe, assim como irmãos. O que era triste, porque nunca se deve ficar sozinho no mundo. Meu namorado parecia ser mais vulnerável do que eu imaginava. No fundo, Blaine só queria uma família grande onde pudesse ser amado. Contei um pouco sobre a minha, que não era fácil de lidar. O senhor e a senhora Chandler eram complicados quando se tratava da forma livre que eu escolhera para mim. No geral, sempre que eles me ligavam, brigávamos tanto que não valia a pena ficar mantendo contato constante. Se eu sentia falta deles? Em parte, sim. Em outra, nunca tinha pedido tanto a Deus para que eu tivesse nascido em outra família. Blaine me entendia, e isso era tão bom!
— Obrigado pelo jantar, meu anjo... — me beijou quando o acompanhei até a porta.
— Obrigada pelo oral... Quer dizer, pela sobremesa — sorri e ele balançou a cabeça, fingindo estar incrédulo.
— Depois eu que tenho a mente suja...
— Boa noite, Anjo — eu falei me despedindo e o vendo atravessar a rua.
Depois do jantar, ele seguiu para sua casa e eu fiquei sorrindo como uma noiva, lembrando de tudo que ele fez. Mordi o lábio inferior, pensando em como seria retribuir o carinho que ele havia me dado... Será que ele era grande mesmo, ou o mimoso havia ganhado esse nome por outro motivo?
— Se não for uma emergência, eu te mato, Lili... — Gregg resmungou assim que atendeu o celular. Não podia ir dormir sem contar ao meu melhor amigo o que tinha acontecido.
— Jantei com Blaine... — isso ia deixá-lo mais esperto.
— E? — perguntou ele todo esperançoso.
— Ele meio que me sentou na mesa, abriu minhas pernas e... Você sabe — dei de ombros, mesmo sabendo que ele não estava vendo.
— Deus é mais!!! — Gregg gritou, e ao fundo pude perceber que ele tinha acabado de acordar Mike. — Meu amor, a Lili deu uma! — era constrangedor, mas eles eram meus amigos. Jamais esconderia algo tão importante deles.
— Ligue a sirene ou coloque um anúncio no jornal da manhã, assim fica mais fácil todos saberem...
— Certo. Desculpe, minha flor — de todas as desculpas que Gregg já havia me pedido, aquela era a mais falsa de todas.
— E para sua informação, eu não dei...
— Volte a dormir, querido. Ela não deu. Foi tudo uma mentira... — ainda consegui ouvir as risadas de Mike ao fundo da ligação.
— Calma. Eu não transei com ele, mas ele tem uma língua poderosa...
— Mike!!! Acorda! Ele chupou aquele bagaço de v****a que a Lili tem no meio das pernas! Obrigado, Senhor!
— Sério, você precisa se tratar. Deixe o coitado do seu noivo dormir, Gregg.
— Falando sério, Lili... — começou ele — vá com calma, mesmo que eu tenha dito para focar no grandão. Tudo o que você passou não foi fácil.
— É. Eu sei, Gregg. Talvez essa seja uma boa oportunidade para que eu possa fazer a diferença. Blaine não é bem o tipo de cara com quem eu normalmente sairia, mas não consigo tirá-lo daqui de dentro do peito desde o primeiro dia que o vi.
— Só tome cuidado, está bem? — eu sempre iria me emocionar com o carinho que Gregg tinha por mim. Não importava a circunstância, ele estaria sempre ao meu lado.
— Prometo — naquela altura do campeonato, as coisas já estavam seguindo seu curso natural. — E eu resolvi tentar ser feliz. Acho que aceitei um pedido de namoro...
— Ainda se pede em namoro? — debochou. — Eu achava que era só chegar e fazer o serviço.
— Falou o cara que estava quase enfartando por não saber se ia ser pedido em casamento...
— Garota, você joga pesado. Muito pesado. Cuidado com esse seu coraçãozinho necrosado.
— Boa noite, Gregg — ironizei.
— Está bem... Boa noite, Lili — ele disse e desligou.
Eu corria desesperada pela floresta escura. Meus pulmões estamos doloridos devido ao esforço que eu estava fazendo. A terra úmida nos meus pés era resultado da chuva tempestuosa que caía. O caminho era estreito; eu m*l podia ver um palmo a minha frente e, mesmo assim, continuei a correr. Se eu não o fizesse, ele iria me alcançar e tudo estaria perdido. O medo tinha tomado conta do meu corpo, enquanto eu fugia para o mais longe possível. Não podia pedir socorro, afinal, quem escutaria meu grito no meio do nada? Ninguém.
Às lágrimas se misturavam a água da chuva, que escorria pelo meu corpo. Tenho certeza que tinha sangue escorrendo no braço, resultado da queda que sofri ao despencar de um barranco. Não sei por que ele me perseguia, mas sabia que precisava fugir.
No meio do caminho tropecei em algo e gritei com a dor. Não bastava eu ter me arrebentado no barranco, eu tinha que torcer o tornozelo também? O tempo estava passando e eu sabia que ele estava perto. Tentei me levantar e voltar a correr, mas não consegui. Chorei ainda mais com a dor que insistia em machucar meu coração. Foi então que desisti; me ajoelhei no chão, e esperei. E então ele surgiu na escuridão. Seus olhos cintilavam de raiva, e mesmo no escuro, eram apenas os olhos daquele que um dia me jurou amor eterno.
— Não haverá misericórdia! — em sua mão, uma lança de ponta afiada. Olhar para ela era ter a certeza de que tudo tinha acabado para mim.
— Eu te amo — eu disse fechando os olhos e esperando a minha morte.
Isso já estava me deixando preocupada. Quase todas as noites era um pesadelo diferente, mas com o mesmo propósito: eu ser morta. Acordei assustada, molhada pelo suor que cobria meu corpo. Ofegante, saí da cama em direção à cozinha, como eu fazia todas as vezes em que acordava daquele jeito. Queria poder saber o que fazer para que aquilo parasse de uma vez por todas. Respirei fundo, depois de tomar um bom copo com água e fechei os olhos. Sei que ainda era madrugada, mas fiquei pensando no sonho. Eu não o amava... E por que falei que o amava? Gabriel não fazia mais parte do meu mundo, não diretamente. Depois que o conheci, quase todas as noites eu sonhava com Blaine, mas agora havia sido com Gabby. Gregg acha que é sexualidade m*l resolvida, no entanto eu sei que ele falou isso brincando. Eu jamais cogitaria voltar a ter algo com o meu ex-namorado; nem em sonho.
Voltando para o meu quarto, peguei o celular para verificar se existia alguma mensagem de Blaine para mim, e por sorte tinha. Eram três horas da manhã, e mesmo que ele não estivesse acordado, eu responderia a mensagem. Então respondi ainda sem jeito.
“Durma com os anjos. ;)” 00:03 AM – Blaine sabia me fazer sorrir em tão pouco tempo. Isso em parte era bom, no entanto, ainda me deixava assustada.
“Não consigo dormir... Desculpe não ter respondido antes” 03:014 AM – cliquei em enviar assim que terminei de digitar. Fiquei olhando a tela por um tempo e abri um sorriso quando a frase 'online' apareceu e ele logo começou a digitar.
“O que houve?” – 03:15 AM
“Tive outro pesadelo...” – 03:16 AM
Esperei que ele digitasse uma resposta, mas logo o online desapareceu. E eu sou do tipo que fica encarando a tela até ter certeza que a pessoa não vai mais responder. Isso não ajuda muito quando se inicia um namoro. Respirei resignada. Ele dormiu e nem me desejou boa noite? Que tipo de namorado faz uma coisa dessas? Quero jogar o celular longe, e sei que é algo infantil da minha parte. Revirei os olhos e tornei a encarar a tela. E então ele voltou e meu sorriso se abriu.
“Abra a porta. Tá frio pra c*****o!” – 03:27 AM
Meu Deus! Ele estava do lado de fora, na frente da minha casa? Certo, Lili. Péssima hora para bugar. Corri até a porta, mas não sem antes olhar o meu estado. Eu estava um lixo. Só não tinha tempo para me arrumar melhor e, frustrada, abri a porta. Blaine não tinha sequer colocado uma camisa.
— Vai me deixar aqui fora, nesse frio desgraçado... — assim que ele começou a falar, abri espaço para que passasse e fechei a porta, seguindo-o até a sala.
— Você é louco!
— O que foi? — se fez de desentendido.
— Blaine, não precisava ter vindo...
— Claro que precisava. A minha namorada teve um pesadelo... Da última vez, ela acabou na porta de um cara gostoso, sarado e muito gostoso. Eu já falei gostoso? — eu tive que rir. Acho que eu poderia me habituar com aquele Blaine engraçado e sensual.
— Será que ele ainda está acordado? Acho que vou bater à porta dele novamente.
— Lili, você não precisa bater à porta dele — disse se aproximando de mim, me segurando pela cintura e me puxando para ficar mais próxima do seu corpo.
— Não? — perguntei sorrindo.
— Não. Você já tem ele bem aqui. Sou todo seu... — falou se inclinando para me beijar.
Seus olhos se fecharam e seus lábios tocaram os meus, quase como uma reverência. Não foi um beijo urgente, mas sim algo calmo. Lento. O tipo de beijo que se aproveita ao máximo. Minhas mãos seguravam seus braços firmes e quentes... Quentes, no sentido pegando fogo. Blaine estava com febre!
— Lindo, acho que você não está nada bem.... — disse ao me afastar dele. E naquele momento, percebi que seus lábios estavam vermelhos e que o suor escorria em seu corpo, assim como quando eu acordava dos pesadelos.
— É. Acho que não me sinto bem... — concordou. — Você me chamou de lindo? — perguntou abrindo um sorriso maroto, mas aí aconteceu algo que não tinha como prever.
Ele desabou. Blaine, com todo aquele corpo, caiu por cima de mim. Tentei manter a calma, só que ficava difícil ter um metro e cinquenta um de altura contra provavelmente um e oitenta dele. Como eu ia arrastá-lo até a minha cama? Não fazia a mínima ideia. Com jeito, consegui sair de debaixo dele. Precisava de ajuda e as únicas pessoas que me vieram à mente foram meus amigos Gregg e Mike.
— Lilith Chandler, sabe que eu vou te m***r se não for uma urgência!? — ele nunca deixava de me atender. A qualquer hora do dia, ou da noite, Gregg me atenderia.
— E eu estou com uma urgência... Blaine caiu desmaiado no chão da minha sala...
— Mike... Querido! — deu para ouvir a voz sonolenta de Mike no fundo, quando ele perguntou o que era. — Lili precisa da nossa ajuda. Venha, levante-se.
— Desculpa acordar vocês..., mas eu não sabia o que fazer.
— Tudo bem, minha flor. Já estamos saindo.
Enquanto Gregg e Mike não chegavam, corri até o meu quarto e peguei um travesseiro. Blaine merecia ao menos um pouco de conforto, mesmo estando naquele chão frio e duro. Quando voltei, e acomodei o travesseiro atrás da sua cabeça, ele começou a despertar.
— Lindo, você consegue levantar? — perguntei olhando para ele.
— Acho que sim... — aos poucos ele foi se levantando e com o apoio que eu poderia dar, o ajudei para que fosse deitar na minha cama.
— Achei que tivesse a saúde de ferro... — brinquei e consegui fazer com que ele esboçasse um sorriso.
— Acho que não tenho mais...
Minutos depois da minha ligação a campainha tocou. Graças a Deus era Gregg, e assim que chegaram, me ajudaram a levar Blaine para o meu quarto.
— Ele despertou, Gregg, porém está ardendo em febre.
— Vai ficar tudo bem, Mike e eu cuidamos disso — disse Gregg.
Mike correu e pegou uma compressa de água gelada em gel que eu sempre tinha no congelador para questões do tipo; na sequência, separou um comprimido e um copo com água, seguindo até o meu quarto. Gregg me chamou para que eu fosse com eles e me entregou a compressa. Explicou que era para baixar a temperatura do corpo dele, já que não tinha como levantá-lo naquele momento para lhe dar um banho gelado. Enquanto a compressa ia fazendo efeito, Mike fez com que Blaine tomasse o comprimido que havia separado. Ele entendia do assunto, afinal era enfermeiro no hospital da cidade, e poderia me ajudar.
— Lili, vamos deixá-lo em observação. Se a febre voltar, nos avise. De qualquer forma, peço que o leve ao hospital, mesmo que a temperatura baixe. O desmaio deve ter sido por outro motivo... — explicou Mike com aquela voz rouca e preocupada.
Deixamos o quarto, e eu, por fim, respirei aliviada. Não sei o que teria feito sem eles.
— Não sei o que seria de mim sem vocês dois... — falei cruzando os braços, buscando conforto.
— Amigos são para momentos como esse, Lili — disse Mike sorrindo. Michael Forks, com certeza, era a melhor pessoa do mundo, depois do meu amigo, é claro.
— Nos ligue se precisar de algo, meu bem — Gregg veio até mim e me abraçou apertado.
— Obrigada, meninos. Boa noite para vocês — me despedi deles e segui para o meu quarto. Assim que fosse possível, eu faria com que ele tomasse aquele banho gelado.
Observei Blaine deitado, de olhos fechados, e me permiti ficar admirando aquele belo pedaço de homem. Não tinha nada de errado com ele. Era tudo tão perfeito, que eu me perguntava se em algum momento surgiria algo para estragar.
— Eu estou sentindo você me comer com os olhos... — resmungou sorrindo e abrindo os olhos.
— Digamos que você é o meu tipo agora — dei de ombros.
— Venha aqui... — me chamou, se acomodando melhor na cama. — Era para eu estar cuidando de você, e não você de mim...
— Não vejo problema nenhum em cuidar de você.
— Deite aqui do meu lado — deu batidinhas no lado livre da cama, para que eu fosse me juntar a ele. — Se houver uma piora, será sua culpa...
— Ora, não se preocupe. Se você tiver um ataque e morrer, enterro você no campo, bem distante de Harlingen.
— Você faria isso com um pobre doente como eu? — perguntou fazendo beicinho.
— Não — suspirei indo me deitar ao seu lado. — Blaine?
— Sim?
— Estamos indo rápido demais?
— Não. Acho que estamos no tempo certo das coisas acontecerem entre nós dois — ele olhou para mim. — Não sou bom com namoros, Lili..., mas quero tanto que o que temos dê certo...
— E vamos dar certo. Só tenho medo...
— Não precisa ter. Nosso amor já estava destinado — falou com convicção.
— Acho que a febre não deve ter baixado. Começou a falar besteiras... — debochei rindo dele.
— Eu ainda estou pegando fogo... quer pegar na cabeça do meu termômetro?
— Meu Deus, Blaine! — dei um t**a no ombro dele. — Nem doente você tem jeito...
— Vem, me dá um beijinho antes de dormir — pediu me puxando para ficar mais colada no seu corpo ainda febril.
— Blaine...
— Blaine não. Eu sou seu lindo.
— Certo. Lindo. Feliz agora? — inclinei minha cabeça para beijar sua boca.
— Muito.