capítulo 24

3463 Words
G A B R I E L O projeto EVIL falhou, mas eles ainda tentam atingir a Cosa Nostra, derrubando o capo ela ficaria frágil, afinal o que seria de um império sem o seu rei? Não consigo entender porque meu pai quebrou o pacto que tinha não só com ela mas com outras grandes organizações do nosso meio. Queria chegar no topo sozinho, colecionando inimigos, até encontrar um á sua altura, que fez exatamente o que ele faria, se na época, eu não tivesse interferido nos seus planos ma belle estaria morta. tanto Nunca havia sentido ódio dele, mas quando ameaçou a garotinha indefesa e assustada, algo dentro de mim ficou inquieto e a protegi, ele poderia mata-la, mas passaria por mim antes. No entanto ele não iria se livrar do seu projeto, por isso negociou uma troca justa, a vida da filha pela do pai, porém, meu progenitor tinha um grande problema que era subestimar a inteligência do Ferrari, mas essa merda toda realmente não me importa, e magoaria ma belle, não quero interferir nos planos, eles querem o capo e podem ter mas sem a minha ajuda. Ela acreditando ou não, não farei nada contra Pietro Ferrari, a única coisa que quero dele já está comigo, o que acontece daqui em diante com ele e sua família não me interessa. __ vai mesmo seguir em frente com isso? __ A voz do meu irmão ecoa pelo meu escritório e o encaro. __ já não está claro o suficiente? __ pergunto e assopro um pouco mais de fumaça do meu cigarro. Seu olhar é de repreensão, mas não me importo. __ o pai, virá atrás dela. __ que venha... aliás, já achou a minha mãe? Ele pigarreia e n**a. __ ainda não, ela está em Trentino mas não sei a localização exata. __ espero que esteja falando a verdade, sabe que não tenho problema algum em mata-lo quando não for mais útil. __ eu estou falando a verdade irmão. __ diz e finjo acreditar no judas que me acompanha. __ que seja, ela já comeu alguma coisa? __ desde a última vez que nos falamos no seu quarto, não. __ responde. __ tutto bene, vou precisar que vá até a séde e fale para o conselho que quero uma reunião. __ com qual intuito? __ você saberá na hora certa, agora vá, deixa que eu cuido da minha mulher. __ sabe que ela não é nada sua não é? Sabe que está com ódio de você. A intenção dele não é me alertar, tão pouco se preocupa comigo. Aquele ditado que diz " mantenha os amigos por perto, e os inimigos mais perto ainda " faz muito sentido, quando se sabe diferencia-los. __ faça o que eu mando, ela, é assunto meu. __ eu só estou preocupado com você, não quero que ninguém te faça m*l. __ quis sorrir, quase mostrei os dentes, mas a fumaça que saiu da minha boca impediu o meu irmão de ver qualquer reação da minha parte. __ obrigada fratello, mas sei me cuidar o nosso papai me ensinou alguns truques. E aí está, o calcanhar de Aquiles. __ já estou indo. __ avisa. __ Demétrio irá levá-lo, entre no furgão e curta a viagem. __ explico. __ quando vai confiar em mim? __ talvez algum dia, quem sabe? __ devolvo e ele se retira, pisando fundo e batendo a porta do meu escritório. Sorrio promíscuo, eu sei de toda a história na qual o meu irmão se vangloria, papai o usou, e depois descartou quando ele não quis participar do plano bosta de matar o Ferrari, e isso acabou resultando em uma nova chance para ele e uma morte fodida para o meu pai. Davi acha que eu acordei duas semanas atrás e disse à mim mesmo " vou sequestrar a filha de um dos homens mais poderosos da Itália e ela vai me amar " Ledo engano. Planejei tudo, cada detalhe ao longos dos anos, quando deixei o centro de treinamento era só nela em quem pensava, o seu perfume que buscava, e agora que ela está aqui, ao alcance das minhas mãos profanas e sem o mínimo risco do pai conseguir localiza-la, esse fato me deixa com uma felicidade muito sórdida. Termino o meu cigarro, e derramo um pouco de whisky em meu copo, abro o notebook para dar uma olhada no lírio branco em meio a minha escuridão. Sorrio, observando-a amarrar lençóis um no outro, fazendo uma grande corda. Tão bobinha. Olho para a grade e abro um sorriso ainda maior, por ver que ela percebeu que não estava presa como deveria estar, e isso não passa de um truque. " vamos ma belle, fuja, quero ver até onde você vai " Uma gata sorrateira e eu um cão que pode ser facilmente adestrado por ela, só que ainda não consegue enxergar isso. Está vestida para uma fuga, linda como sempre, é de tirar o fôlego. Ela sorri e dá pulos de alegria, joga a sua corrente de lençóis para fora da janela, joga os vasos de rosas no chão, sem se importar com o barulho, leva um dos lírios enfeitando o cabelo. Fuja minha presa, estou ansiando para o dia que irei devora-la. Ela desce com cuidado, e mudo o foco das câmeras, agora consigo vê-la do lado de fora, posso sentir a adrenalina daqui, quando seus pés tocam o grama, e então ela corre em direção ao bosque. Dou à ela cinco minutos enquanto termino de ingerir minha bebida. O último gole desce suave pela minha garganta. Me levanto, subo as mangas da minha camisa, pego minha arma e saio para a caçada. Me pergunto se minha Perséfone tem alguma experiência em bosques, florestas, essa merda toda que envolve árvores, desde que acompanho nunca a vi ter esse tipo de treinamento, que ela é boa em luta eu sei, mas não em sobrevivência. Agora no meio dessas árvores, começa a anoitecer e ela está escondida, fecho os olhos e sorrio com ideia de que esteja desesperada e com medo de ser pega. Avanço mais alguns quilômetros e vejo o cabelo preto balançando por detrás de uma árvore me aproximo devagar, como uma serpente pronto para dar o bote. Seguro em uma das mechas escuras sem que ainda tenha percebido minha aproximação e sussurro no seu ouvido. __ fugindo de mim, lírio? Ela se assusta, o peito sobe e desce com a respiração ofegante. __ me deixa ir. __ você teve cinco minutos de vantagem e mesmo assim não soube se esconder amor. Ela grunhe e deixo que me empurre e fuja novamente, mas a tolinha acaba caindo deitada na grama. __ veja bem querida, não há um passo que dê nessa casa, sem que eu saiba. __ vai se f***r seu cretino, i****a e babaca. Ela esbraveja e me encara, mas não parece medo o que vejo em seus olhos. __ o que está sentindo agora?__ pergunto fitando o seu rosto e descendo os olhos para o b***o. __ n-nada, vai a merda! Eu te odeio. __ você é muito contraditória ma belle, se decida. __ falo e ajoelho-me entre as suas pernas, retiro minha arma e aponto o cano para os m*****s enrijecidos. __ me odeia, ou me deseja?__ questiono e desço a arma para a barriga coberta pelo tecido da camisa e agora pressiono contra a sua pélvis. __ eu poderia atirar em você aqui e ninguém jamais saberia. __ então faça isso. __ sorrio descendo o cano até a i********e, enfio minha mão dentro do seu short e suspiro ao sentir a sua b****a, fecho os olhos e quando abro ela me encara como se esperasse mais. Ela quer mais? Com a outra mão, enfio o cano para dentro da sua roupa e substituo minha mão pela arma. Bella abre os olhos assustada e sorrio. __ acha mesmo que eu vou matá-la? __ de você... __ faz uma pausa quando esfrego o cano contra o seu c******s. __ e-e-e-eu espero t-t-tudo. O deslizo para cima e para baixo. __ é mesmo? Então também espera que eu retire esse tecido que cobre a sua b****a e me impede fode-la como bem entender?__ questiono e ela morde os lábios vacilando na postura firme. __ responda, pense em você agora, o que você quer?__ questiono e geme, quando movo o cano mais rápido. __ s-sim... sim.__ geme e retiro a arma da sua roupa, percebo o quanto ela a molhou, deixo a arma atrás da minha calça, e meus dedos deslizam pela sua coxa descoberta, até chegar no cós da short, olho para ela esperando que me impeça, mas não o faz, acabando com a minha tortura e talvez a dela e retiro a peça. Seguro na calcinha e a deslizo devagar pelas suas pernas torneadas, vendo o filete da sua excitação escorrer pela sua entrada. Porra! __ meu bem, não faz ideia do quanto eu imaginei vê-la nesse estado, escorrendo por mim, ansiando por mais, eu devo continuar de onde paramos? __ questiono e devia calar a minha boca eu sei, mas quando ela fala quando me permite tocá-la, me sinto ainda mais possessivo. __ não me faça... repetir. __ explico e ela engole em seco, fitando o meu corpo. __ s-s-sim... __ choraminga e sorrio, me levantando e fito sua expressão confusa. __ o que... __ acha mesmo que vou fazer isso com você aqui nessa grama, com uma cama confortável nos esperando?__ questiono e seus olhos azuis piscam atônitos. __ eu... quero aqui. __ não ma belle, aqui não! __ afirmo, oferecendo a mão para que levante, e ela me encara hesitante. __ o que foi, vai recuar justo agora? __ pergunto. __ não! Mas... e depois? __ depois você me odeia, agora me deseje, deixe que eu faça as coisas da forma correta e não aqui, não merece que seja assim. __ afirmo fitando o seu semblante, e a pego no colo antes que desista. Me apresso ao voltar com ela para dentro de casa, a levo para o meu quarto, deposito seu corpo sobre a cama e suspiro, obcecado por tudo nessa mulher, lhe ajudo a retirar sua blusa, e agora sim. Linda, perfeita pra c*****o! Contemplo o seu corpo, tudo nela é perfeito, o cabelo preto espalhado sobre o colchão contrasta com o tom de branco do lençol, o corpo curvilíneo, igual uma deusa. Perséfone, roubada para o meu inferno particular. Os s***s enrijecidos, as argolas decorando, meu p*u lateja, querendo um alívio, mas ainda não. Respiro fundo, antes de me aproximar e fitar a tatuagem da sua flor favorita no braço. __ nenhuma obra de arte no mundo inteiro, se compara a sua beleza ma belle.__ confesso, e ela fecha os olhos, e quando os abre as pupilas dilatam. Ela me deseja, cazzo! __ nem Da Vinci pintaria algo tão belo quanto você. A respiração muda, ela fecha as pernas, pressionando uma na outra e curvo os lábios num sorriso promíscuo. __ você me quer? __ pergunta. __ então você quer uma afirmação? Rouba-la para mim, não é claro? __ n-não. __ preciso de você, assim como preciso do ar para respirar ma belle, então pare de nos torturar e toque os seus s***s. __ ordeno e um tanto receosa ela o faz. Apalpa e circula as aréolas enfeitadas, com os polegares e respiro fundo, retirando minha camisa, ela ainda se toca sem desviar os olhos do que estou fazendo, desafivelo o cinto, o retiro, desabotoo minha calça e abaixo o zíper, a peça desliza para fora do meu corpo, ela para de se tocar e fita o volume na minha calça. Eu me orgulho muito disso, e espero que a b****a dela engula cada centímetro dele. __ não fique desesperada... você dá conta, ele foi feito para sua b****a, assim como ela foi feita para mim. Respira fundo novamente. __ eu... eu não tenho certeza disso. __ afirma. __ eu tenho. __ rebato, me aproximando novamente da cama, subo e coloco meu corpo por cima dela. Face contra face, os lábios tão perto, que sinto sua respiração ofegante. __ está nervosa? __ não, eu só estou... ansiosa. __ e antes que ela resolva me parar e minhas bolas possam explodir, calo seus lábios com um beijo, minha língua invade sua boca e ela cede, me deixa entrar assim como anseio por fazer. Devoro seus lábios, saboreando o seu gosto, e então me afasto ofegante, somente para beijar seu pescoço e sussurrar. __ é bom que esteja preparada, você já é minha, mas quando meu p*u reivindicar essa b****a, isso será concretizado de uma vez por todas. __ lembro e minha língua desliza pela pele do seu pescoço, afasto-me o suficiente para que minha mão apalpe seu seio e meu polegar possa circular o mamilo enfeitado pela argola. __ posso? __ pare de fazer perguntas... e só faça o que tem que fazer antes que eu desista. __ lembra e meu peito acelera, meus lábios cobrem o bico enrijecido prendendo entre os dentes e puxando, ma belle arfa, as mãos delicadas tocam meu corpo, e isso faz minha pele queimar. Tomo o esquerdo, sem deixar de dar atenção ao direito, rolo a língua pela aréola e ela geme, minha mão desce até a sua i********e e ela abre as pernas, fecho os olhos e respiro fundo quando sinto meus dedos molharem. __ eu sabia que você estava molhada pra mim, só não tinha ideia de que era tanto... é ainda mais delicioso quando é proibido não é querida? Ela não concorda, mas também não n**a, meus lábios encostam na sua pele e desço deixando beijos sobre a sua barriga até parar entre as suas pernas, minha respiração bate de encontro ao ponto sensível, ela está escorrendo por mim e para mim. Porra! Eu ainda nem te toquei ma belle, e já está nesse estado. Me afasto e pego um travesseiro, ela ergue a cabeça e o coloco debaixo, encosta a cabeça novamente e agora sim, temos um ângulo perfeito. Volto ao meio das suas pernas e fito a i********e melada ao alcance dos seus olhos, que se fixam em mim. Deslizo minha língua entre a sua f***a chegando ao c******s, sinto a sua excitação despertar a fera fodida que existe dentro de mim, mas hoje terá que se manter controlada, chupo o seu ponto sensível fitando os seus olhos e arfa movendo o quadril em meu rosto. Isso, se permita. Ela afasta mais as pernas e seguro em suas nádegas, afundando minha língua na sua entrada, enquanto meu p*u procura por um alívio crescendo e pulsando contra o tecido da box, ergo seu quadril para me dar acesso ao seu outro buraco virgem, p***a! Vou f***r os dois, não hoje, mas vou. Deslizo minha língua dali até a entrada da b****a quando me afasto o filete da sua excitação escorre pelo meus lábios e torno a chupar o seu c******s, sugo e enfio dois dedos para dentro sentindo-a esmagando. __ Gabriel... o que... está fazendo? __ te preparando para me receber querida. __ respondo, fodendo sua entrada com meus dedos, mas não ultrapassando o limite para a perda da virgindade. __ meu Deus! __ geme. __ clame por mim lírio, eu sou o seu deus, é para mim, que deve rezar. __ principalmente quando meu p*u, estiver dentro da sua b****a. __ explico, e ela geme rebolando o quadril em meu rosto, afasto-me ofegante assim que percebo o quanto ela está pronta. Saio da cama somente para retirar a minha box e quando meu p*u escapa para fora do tecido ela tem os lábios entre abertos. E ele lateja, clamaria pelo seu toque, mas sei que não me dará nada agora, então, por hora, me contento com isso. Retorno para a cama e ajoelho entre suas pernas, meu p*u encosta na sua i********e e o deslizo pela f***a, seus gemidos são como música para os meus ouvidos. A melodia perfeita. __ não se contenha, pode gritar ma belle. Pincelo meu p*u na sua b****a e jogo a cabeça para trás, me deleitando ao imaginar o quanto isso vai ser delicioso. Encaro os seus olhos fechados, coloco a cabeça e ela os abre assustada. __ respire amor. __ lembro e ela o faz e me enfio mais um pouco, uma lágrima escorre do seu olho e lambo com a língua, massageio seu c******s e avanço um pouco mais é inevitável a sua dor, mas estimulo o ponto sensível para ajuda-la. __ vai acabar me... matando. __ matar, jamais faria, mas f***r? Isso eu vou. __ explico e enfio a metade. __ ah! Isso, não vai caber em mim, por favor... faz parar. __ pede e suspiro afundando de uma vez e ela deixa que algumas lágrimas escapem do seu rosto, permaneço parado sentindo-a me esmagar e me expulsar. Mas não consegue, só saio dessa b****a quando meu p*u jorrar dentro dela e é claro não antes de vê-la gozar. Acaricio seu rosto e enxugo suas lágrimas, até que seu corpo relaxa e me movo levando minha mão para o c******s, massageando e continuo a fitar os seus olhos. __ posso me mover? __ pergunto e ela assente, e o faço, saio e me enterro de novo. Sua i********e me aperta para c*****o, e meu p*u lateja em busca de alívio, entro com mais facilidade e começo a estocar num ritmo mais intenso. Ela abre os lábios e geme. __ Gabriel... eu... __ fala ma belle, sou seu servo, estou aqui para satisfazê-la. __ mais... mais... rápido. __ tem certeza? __ s-sim. __ afirma e seguro no seu quadril, e o faço, bombeio num ritmo mais intenso para dentro dela, suspiro com a vontade de ir ainda mais rápido, mas me contenho. Fodo sua b****a e quando me afasto para esfregar o p*u contra sua f***a vejo o sangue junto a sua excitação. __ você é minha, entende isso? Entende que agora que essa b****a conheceu o meu p*u, ninguém mais tocará nela? __ questiono e me enterro outra vez, agora um gemido alto escapa dos seus lábios, meu nome sai com facilidade. Clamando pelo seu ápice, deixo seu quadril e desfiro um tapa contra a sua b****a arrancando um gemido alto da minha mulher. Porra! Poderia ouvi-la gritar o dia inteiro, contanto que meu p*u estivesse enterrado dentro dela. __ me dê a arma que está sobre a cômoda, agora. __ aviso e ela olha para a cômoda, observando a arma e me olha de volta. __ vai ma belle, pegue a arma e atire em mim, ou me devolva, que farei algo bem melhor. __ ofereço a solução e ela vacila por alguns minutos, mas dou uma estocada forte a fazendo gritar e entregar a arma. Esperta. __ já está convencida de que não me odeia? __ não! __ então tenho que me empenhar mais. __ aviso destravando a arma e juro que senti a suas paredes me apertarem no mesmo instante. O medo ativa adrenalina no seu sangue ma belle? Te deixa excitada? Coloco o cano encostado no c******s e movo, para cima e para baixo, da esquerda, para direita, os olhos azuis fissurados na cena. __ está vendo? O quanto sua b****a engole bem o meu p*u, vê como você fica ainda mais molhada com o medo de que essa arma dispare por acidente e exploda o meu inferno particular? __ questiono e ela assente. __ palavras lírio, eu preciso delas. __ sim! __ responde, e me aperta ainda mais. Sua excitação mela o cano da minha arma e o levo até sua boca. __ vai ma belle, abre essa boca e sente o seu gosto. __ incito e ela o faz, os lábios recebem o cano e imaginei o meu p*u no lugar, ela chupa o metal frio e gemo em resposta, estocando mais rápido, cada vez mais apertado, quando retiro a arma da sua boca, sorrio ao vê-la limpa. __ da próxima vez, vai provar direto do meu p*u. __ lembro, e pulso dentro dela. __ eu não aguento mais. __ confessa e sorrio, eu foderia com ela por muitas horas, porém se esse é o seu limite, intensifico minhas investidas e fodo sua b****a, atingindo um ponto perfeito dentro dela para que grite meu nome implorando pela libertação do seu prazer e eu cedo, ela me aperta, me esmaga e eu g**o, jorro toda a minha p***a dentro dela sentindo um desejo sórdido de ficar por mais tempo na sua entrada, mas quando ela ofega baixinho me retiro, mas antes aprecio meu sêmen escorrer para fora. __ linda! E minha! __ afirmo e me deito ao seu lado, desejando que ela esqueça do mundo por algumas horas ao meu lado, assim como eu faço quando estou ao seu.
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