São ruinas estranhas, descobertas em uma construção de um de meus laboratórios. – Disse ele, o conduzindo em direção ao andar subterrâneo.
- Eu tenho a intenção de mostrar para outros. – Disse Luther.
Luther dizia com interesse. – Vai ser um ótimo empreendimento turístico, um mistério histórico.
- Porque para mim? – Questionou Thalys.
- Parede algo, como algo que você já viu. – Disse Luther.
- Eu pretendia, escolher você como meu socio, gostaria se saber o que você descobriu em algumas cavernas. – Disse Luther.
Eles andaram por um corredor estreito, em seu centro havia uma escadaria em pedra circular, e no centro um buraco longo, que ele via uma entrada lateral de corredores, e o que seria uma ponta estalactites e estalagmites.
Havia em sua direita, uma imagem imensa, era a de um dragão, ou morcego...
Inscrições esculpidas em toda a parte, desenhos feitos em rocha e pedras.
Ali haviam um grande dragão, com asas escamosas, e várias outras esculturas, retratando uma batalha de monstros em uma rocha.
O que foi no seu centro, havia um homem, e ao redor haviam vários monstros, e a imagem humana se parecia...
- Com você... – Disse Luther.
Mostrando uma transformação em pedra esculpida, as várias formas de monstros ao redor.
- Eles veneram um dragão. – Disse Thalys.
Um homem que se transforma em um dragão, além de que saem fumaça preta do centro do buraco n***o escuro parecia um abismo.
- Bem. – Disse Thalys. – Familiar.
- Ouvi falar de algumas religiões antigas. – Disse Luther.
- Alguns antigos, veneravam morcegos e dragões. – Disse Luther. – A semelhança é impressionante. – Disse Luther.
- Voce sabe, que eu soube que você anda se envolvendo com algumas pessoas nada humanas e nem mesmo mortais. – Disse Luther.
- Voce descobriu? – Questionou Thalys.
- Tenho também alguns círculos de amizades nada humanas. – Disse Luther.
- O que você quer, Luther? – Questionou Thalys.
- Gostaria que você me apresentasse, e fosse o meu contato. – Disse Luther.
- Se você me apresentar as suas amizades...? – Questionou Thalys.
- Todo o meu prazer. – Disse Luther. – Eu apresento as minhas, você apresenta as suas. – Disseram.
Em seguida, ambos apertaram as mãos.
- Ele se parece com você. – Disse Luther.
- Isso se parece com uma antiga religião, mais precisamente um culto. – Disse Thalys.
- Vamos. – Disse Luther puxando o homem com ele.
Eles subiram novamente.
Depois de algumas conversas, negociações e trocas de telefones...
Algum tempo depois.
Enquanto isso...
Em outro lugar nas ruas de Metrópoles.
- Eu encontrei um informante. – Disse Lois, que recebia uma mensagem de um dos informantes das ruas, com ela veio entre os cais e os becos de Paul Lovecraft Count, para serem sequestrados.
Thalys estava seguindo Lois, com câmeras escondidas entre as ruas, ele pegou uma câmera em questão, estava bipando.
Alguns minutos anteriores.
Como sempre, Lois estava ignorando o fato de que ela estava em perigo, ela seguia um informante, nas docas de Metrópoles, quando ela entrada em um armazém abandonado, sendo surpreendida e cercada por Joker.
Ele a acuou, enquanto que a mulher era cercada por outros de seus capangas.
- O que você pensa que está fazendo? – Gritou Lois.
- Causando o caos pela cidade. – Um dos que pego. – Disse Joker sequestrando Lois Lane, ela foi nocauteada.
A mulher acordou percebendo que estava em uma sala, sabendo que possivelmente era uma fábrica abandonada, amarrada com cordas de couro, em uma cama ao seu lado estava Iris West e Lucius Fox, Steve Trevor.
- Voce acordou. – Disse Joker ao seu lado, ele usava uma máscara, e Punchline estava ao seu lado.
- Voce não pode fazer isso. – Disse Lois.
- Claro que eu posso. – Disse Joker.
– Imagine o que Superman fará. – Disse Joker. – A Wonder Woman e a cópia do Dark-Dragon e o Flash correndo drogados e matando um inimigo atras do outro, são todos inocentes, com cada um deles imaginando que estão matando seus inimigos. – Disse Joker.
– Apenas imagine que o que eles farão com o mundo até que o efeito da droga passe.
– Tudo isso por sua culpa. – Disse Joker. – Porque você não conseguiu ficar em casa. – Disse.
- Voce sabe as regras. – Disse Lois, tentando se soltar sem sucesso da corda de couro.
- Sim. – Disse Joker com um sorriso. – Mas não meu importo. – Disse. – Além de eu o fazer matar você. – Disse.
– Ele se tornará uma máquina de matar, e tudo a sua volta virá com ele.
– Eu deixei pistas para eles virem e matarão cada um de vocês. – Disse Joker. – Pensando que sou eu. – Disse o palhaço sorrindo, até formar uma gargalhada.
- Não. – Disse Lois. – Voce não pode. – Chorou.
- Maldição. – Disse Steve. – Imagine. – Que eu coloquei uma bomba em seus p****s. – Disse Joker.
– Quando eles chegaram. – Disse o palhaço.
– Eles o matarão e as cidades irão ser destruídas uma a uma. – Disse Joker.
– E teremos muitas pessoas inocentes mortas. – Disse Joker.
- Quando ele matar cada um de vocês. – Disse Joker. – Eu fiz com que não apenas ele, mate. – Disse Joker
- Como você irá fazer com que eles nos matem um a um? – Questionou Steve Trevor.
- Alucinógenos, e kryptonita vermelha. – Disse Joker. – Além de gás do medo. – Disse Joker. – Tudo em um gás preparado.