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Terror Narrando — Irmão, fiquei muito puto com a Maria Clara, minha vontade era fazer ela passar vergonha. Mas me segurei o máximo, não posso dar mole pro n**o saber que nós estamos nos envolvendo. O Ferrugem vai querer fazer um inferno com isso e eu preciso achar o paradeiro desse filho da p**a, ele tá muito quieto. Se não fosse por esse detalhe, ela ia ver o que é bom. — Fiquei até surpreso com a parada do DIU, nem sabia que isso era possível. Machuquei a mina, mas não foi intenção. Ela que é uma diaba do c*****o e fica pedindo pra botar forte, aí deu nisso aí. Eu e o GB fomos até o Fael, resolvemos algumas questões e pedi pra ele ficar de olho. Diz que é aliado, mas que vai pular fora na primeira oportunidade, só pra fechar com ele, até pegar confiança e passar a visão toda. O que eu duvido muito, ele não é tão burro assim. Mas alguma ponta solta ele vai deixar, aí vai ser a hora que vou atacar. — Viemos o trajeto todo discutindo, ela quer se comparar a mim, mano. O cara pode ter um infiltrado em qualquer lugar, mesmo sabendo da segurança do meu morro, sei que pode dar merda. Aí ela disse que vai ser sempre assim: se eu não dou satisfação, ela também não vai dar. Fiquei puto pra c*****o, parece criança, p***a. Óbvio que fiquei com um ciúme do c*****o, mas fiquei na minha, afinal ela só tava bebendo com a amiga dela, que por sinal é a que o viado do GB está ficando. Acho que amarramos o nosso bode em dois diabos de saia, que p**a que pariu, parceiro. Depois que os playboys arrombados chegaram lá que fiquei maluco, ainda mais que ela já se engraçou com um deles, aí não passou. — Na moto discutimos pra c*****o, tentei ao máximo não falar nada, né? Geral na rua pode ver e eu nunca me envolvi nessas porras, tô pagando minha língua legal. Chegamos em casa e ela saiu andando, foi direto pro quarto que ela diz ser dela. Tentei ficar tranquilo, se eu for atrás dela, nós vamos brigar ainda mais. Então tomei um banho no banheiro de baixo mesmo e fumei uns baseados pra ficar na paz. Nada dela descer, deve estar dormindo de tão bêbada que essa safada ficou. Segunda vez que ela vai me dar dor de cabeça com isso, tô dizendo. — Joguei um pouco de vídeo game e fui ver o que tinha pra comer, mas pra minha surpresa não tinha nada. A bandida estava p**a mesmo, nem comida quis fazer, hahahahah. Comi qualquer coisa que encontrei, limpei o que sujei pra não ter uma terceira guerra mundial, escovei os dentes e subi pro quarto. Ela estava no dela, entrei e a mesma estava deitada mexendo no celular e rindo, já fiquei meio bolado. — Qual foi, bora dormir! — Falei logo de cara. — Vou dormir aqui. — Respondeu ela, sem nem olhar na minha cara. — O c*****o que tu vai dormir aqui, bora logo, Maria Clara. Sem joguinho! — Falei puto. — Não vou, já disse. Joguinho? Já passei dessa fase, se manca. — Falou e continuou olhando pro celular. — Fala direito comigo, tô falando na paz com você. Qual é a tua? Já te falei que fui resolver questões da boca, mano. Tem certos bagulhos que eu não preciso falar pra você, até mesmo pra te poupar. Contigo é o momento que fico tranquilo, se eu trouxer problemas do crime pra cá, eu não vou ter paz em lugar nenhum. — Disse jogando baixo pra ela parar com essa guerra. — Não quero saber nada da sua vida que envolve o mundo do crime, mas não custava nada tu mandar a p***a de uma mensagem dizendo "oi vagabunda, estou resolvendo tal coisa". Não sair andando e querer que eu fique em casa te esperando. Sabe quando isso vai acontecer? Nuncaaaaa, p***a. E nem é pra gente tá tendo essa conversa sobre cobranças, não temos nada. — Falou meio alterada e voltou a mexer no celular. — Tá beleza, errei, foi m*l. Mas não fala desse jeito, a gente não tem nada é o c*****o. Já disse que tu é minha e fé, mano, não testa minha paciência não. Tu nunca teve nada disso que nós estamos tendo com ninguém e eu também não. Então estamos aprendendo essa parada juntos. Tlg? Nunca precisei dar satisfação pra ninguém, isso é novo pra mim. Nunca tive nem mãe e pai pra dar satisfação, é tudo novidade pra mim. — Falei com toda sinceridade e finalmente ela me olhou. — Tu não vale nada, né, mano? Tá jogando muito baixo, que ódio da sua cara. Vamos dormir logo, antes que eu desista. — Falou levantando da cama e passando por mim com uma camisola minúscula. — Esquece, filho, hoje ela tá pronta pra tudo. Quero saber dessa parada do DIU aí, como foi que eu tirei essa p***a do lugar, hahahahah. Era pra ter deixado que eu mesmo colocava de volta, hahahah. — Deitamos e de primeira ela ficou se fazendo, mas depois aguentou a noite toda firme. Ela não consegue negar, é muito safada e cachorra. Brabíssima dela negar sexo, nunca, p***a. Essa aí gosta muuuuito.
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