Apertei firme aqueles cabelos; uma coisa eu não posso negar: o meu corpo reage ao dela de uma forma inexplicável. Nunca senti tanto t***o assim por nenhuma mulher. Todo o meu corpo enrijece e, ao mesmo tempo, sinto uma leveza, vai entender. Com ela, durmo tranquilo, sem preocupação de nada. E o mais engraçado é que ela me faz dormir mais rápido do que qualquer remédio que eu já tenha tomado. Mas o desejo só cresce a cada minuto; não sei se é o fato de ter uma virgindade em jogo que me deixa tão instigado. O pior é que eu nunca gostei de ser o primeiro homem, de tirar a pureza de ninguém, porque elas fazem um inferno na vida da gente, tá maluco. Mas estou virando um hipócrita, todo dia me contradizendo com alguma parada. Nunca gostei de ninguém na minha casa e ela está aqui; nunca gostei de dividir o mesmo ambiente e ela está na minha cama; nunca tive vontade de tirar cabaço de ninguém e agora estou doido para arrancar o dela. Nem eu mesmo estou me entendendo.
Pelo tamanho da bebedeira que ela tomou, até que dormiu bem. Ainda bem, imagina se ficasse vomitando essa p***a toda, não saberia nem o que fazer, parceiro. Continuei abraçado com ela, até porque não sei até quando isso vai durar, então vou aproveitar para dormir tudo o que tenho direito. A bonita levantou e foi ao banheiro; eu estava meio sonolento mas fingi que ainda estava dormindo, mesmo captando cada movimento. Ela demorou um pouco, até que ouvi o barulho do chuveiro. Depois de um tempo, passou de toalha, abriu a porta e foi direto para o quarto dela. Safada, se aproveitou de mim para cuidar da sua bebedeira e agora meteu o pé. Senti-me usado. Só queria mesmo que eu cuidasse do seu porre, bandida do m*l.
Continuei deitado; não tenho nada para fazer nesta manhã, mas o que me espera mais tarde já me cansa só de pensar. Falando sério, parece que ainda estou com a minha própria ressaca. Que p***a de whisky era aquele do puteiro? Nunca fiquei tão fudido e com o estômago tão zuado.
Virei de bruços e já estava quase apagando de novo. Ela entrou no quarto, deitou ao meu lado, de frente para mim. Continuei com os olhos fechados; ela se aconchegou e eu a abracei pela cintura, apoiando a minha cabeça naqueles p****s fartos e gostosos. Confortável pra c*****o, melhor que qualquer travesseiro, hahahaha. Estava até tranquilo, sem maldade, não quero tentar nada hoje — não até que a minha raiva dela passe. Para mim, ela ainda está suja, com cheiro de outro homem, e ainda me chamou de velho. Está fudida.
A bandida apareceu de baby-doll; tenho certeza que veio com más intenções. Continuei de olhos fechados, como se estivesse dormindo. Ela começou a acariciar os meus cabelos e eu, totalmente perdido na sensação daquele corpo, vi a tranquilidade ir embora e eu mais uma vez fui tomado pelo t***o, prestes a cometer uma loucura. Ela realmente achava que eu estava apagado, pois a filha da p**a desceu mais um pouco a alcinha da camisola, deixando os s***s cada vez mais à mostra. Não me aguentei: fingi que estava ajeitando o rosto, fazendo propositalmente com que o tecido descesse ainda mais, deixando-os totalmente expostos. Aí sim, cair de boca firme, com os olhos fechados, chupando gostoso cada centímetro daquela carne. Ela arqueou a cabeça para trás e gemia bem baixinho, na intenção de não me "despertar". m*l ela sabe que estou fazendo isso bem acordado. Ela se aproveita de mim dormindo e eu dela fingindo que estou na mesma; no final, tudo certo.