159

339 Words

Só que aí… O destino resolveu brincar. Peguei o rádio de um deles que caiu, sangue ainda quente no corpo… limpei, liguei… e comecei a escutar. Silêncio, ruído. E de repente… A voz do Terror. - Mas não era aquela voz firme não. Tava quebrada, dolorida e fraca. — Tô baleado… no galpão… ajuda… - Aquilo foi canção para os meus ouvidos. - Naquele momento… eu parei. Um segundo só e depois…Eu sorri. Um sorriso frio e pesado. Cheio de maldade! — Agora tu se fudeu… - Porque aquele galpão? É meu território. - Já fiz dinheiro pra c*****o ali dentro, desmontando carro roubado, vendendo peça… eu conheço cada canto daquela p***a melhor que minha própria casa. Cada parede, cada saída, cada sombra. Se ele tava ali… baleado? Era o fim dele. Na hora meu sangue ferveu. - O rosto do Dado veio na mente,

Free reading for new users
Scan code to download app
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Writer
  • chap_listContents
  • likeADD