54

1179 Words
Terror Narrando Depois dela ter me irritado pra c*****o, falando um monte de merda sobre casamento e os c*****o na minha cara, resolvi dar um troco. Peguei a visão dessa maldita: ela quer me provocar com ciúmes, mas não vai cair nessa, logo eu? O bandido da pior espécie. Agora ela vai ver como é que se brinca; tá fudida. Depois de ter surtado por dentro, fiquei suave e decidi jogar o jogo dela. Peguei o celular e fiquei mexendo, não estava falando com ninguém, mas percebi que logo ela já ficou incomodada. Aí programei o despertar três vezes seguidas, como se fosse alguém ligando e eu rejeitando. Na última, fingi que atendi e fui para a varanda, simulando uma conversa com alguém. Dava uma vontade de rir, p**a que pariu, estou virando um viado mesmo fazendo esses joguinhos. Voltei para o quarto e a cara dela já tinha mudado de imediato, hahahaha. — Eu vou dormir, tá? Até amanhã. — Disse, se levantando de supetão. — Dorme aí. Vou ali e já volto, coisa rápida! — Falei, sem parar de mexer no aparelho. — Pode deixar que eu vou sim... Esperar você ir lá ver mulher e ficar aqui, com toda certeza. Se manca, p***a! NUNCA! — Falou p**a da vida, e pela primeira vez me xingou. Que progresso, hahahaha. — Que mulher, tá de s*******m? Vou só na boca, fica suave. — Disse, mantendo a calma. — Vou dormir no meu quarto, valeu. Tchau, até amanhã! — Despediu-se, me dando as costas. — Tá vendo como é gostoso sentir ciúmes? É uma delícia, né, sua diaba? Não vou sair não, ninguém me ligou e não estou falando com ninguém. Foi só para tu pegar a visão de que fazer isso não é maneiro. — Falei, virando ela para mim. — A minha vontade é de dar um tapa na tua cara. — Disse ela, séria e cheia de raiva. — Olha a agressividade... Vamos dormir. Vem! Chega de guerras por hoje. — Convidei, abraçando-a por trás e guiando-a para a cama. Ela deitou, apaguei a luz e me acomodei ao seu lado. O c*****o que eu não vou dormir, mas qualquer coisa os mano me avisam no rádio. Me afundei naquele mar de cabelos, abracei-a forte por trás na conchinha gostosa, sentindo o meu p*u pulsando encostado na imensidão da sua b***a. Já estava ficando sonolento quando ela me chamou. — Terror? — Sussurrou, para confirmar se eu ainda estava acordado. — Qual foi? — Respondi, com a voz pesada de sono. — Me dá um beijo? — Pediu ela, em tom de súplica, me deixando surpreso. Virei ela de uma vez, deixando ela de frente pra mim. Cheguei bem perto dos lábios dela e beijei com toda a vontade que tinha guardado durante esse tempo todo. Era um beijo com urgência, com vontade dos dois. Que beijo gostoso, p**a que pariu! O melhor de toda a minha vida, e sem exagero. Paramos por falta de ar. A maldita subiu por cima de mim, voltou a me beijar com uma pressa danada; já estava com o p*u duro, ainda mais com ela sentada no meu colo. Ficamos um tempo assim, trocando vários beijos deliciosos, cheios de desejo, e eu cada vez mais tesudo, pra variar. — Nossa, que beijo. Beijar é bem gostoso. — Comentou ela, com um ar de brincadeira. — Pode crê, hahahaha. Tinha esquecido como é bom. Tu nunca beijou ninguém, cara? Tá falando de uma forma como se nunca tivesse feito isso. — Falei, rindo. — O meu primeiro beijo foi aquele que você interrompeu. E desde quando você esqueceu de que beijar é bom? Não entendi muito isso. — Esquece aquilo lá, tu estava bêbada e nem chegou a concluir. Pega a visão, mandada. A última vez que beijei na boca de alguém, eu tinha menos idade que tu. Não gosto dessa parada, beijo desperta sentimentos e eu não ligo muito para isso. E as mulheres que eu fico, são do job e nunca beijaria a boca de uma p**a, né, hahaha. — Expliquei, na maior naturalidade. — Ah, entendi. — Agora para de falar e vem cá me dá mais um beijo gostoso, tu tá me deixando maluco e galudão. — Pedi, com o desejo nas alturas. Ela ficou deitada, mas com uma perna e um braço por cima de mim. Ficamos ali nos curtindo, sentindo o gosto um do outro, estava tudo muito bom, papo reto. Porém, a minha vontade de comer ela só aumentava e eu tentava não passar do ponto. Passei as mãos pelo corpo dela, acariciando e me controlando pra c*****o. Não sei ser carinhoso, minha vontade era de rasgar esse baby-doll todo; tenho uma vontade absurda de f***r com ela do meu jeito. — Diaba, tá gostosinho isso aqui. Mas acho melhor parar, meu p*u já está latejando e não sei até quando vou me segurar. — Alertei, sentindo até dor no m****o de tanta tensão. — Eu quero você. Quero que você me faça sua, aqui e agora. — Disse ela, com aquela voz carregada de luxúria. — Aah, diaba, não brinca comigo, p***a. Eu não sei socar fofo, não quero te machucar. Quero que seja maneiro para você, mas não sei se consigo fazer isso da forma que tu merece. — Confessei, já desnorteado. — Vai ser perfeito, eu sei que vai. — Garantiu, agarrando-me para mais um beijo. Não perdi tempo e fui descendo pelo seu corpo, distribuindo beijos, mordidas e apertos. Parei na altura dos seus s***s; já estava com saudades de mamar esses melões gostosos. Rasguei a blusa do baby-doll, ah c*****o! Estava louco para fazer isso. Ela me olhou assustada, mas que se f**a! Sou agressivo mesmo e gosto de dominar, mas é óbvio que vou fazer o possível para que seja prazeroso e especial para ela. Estava me acabando nos seus s***s fartos, os p****s mais gostosos que já chupei em toda a minha vida. Aqueles b***s rosados, p**a que pariu, eu estava no paraíso. Ela gemia, se contorcendo e jogando a cabeça para trás; hoje ela vai gozar muito ou mudo o meu nome, vai conhecer o verdadeiro prazer. Fui descendo, mordendo de leve a sua barriga, as coxas, até chegar à sua i********e. Rasguei a parte de baixo também para não perder o naipe, hahaha, e dessa vez a safada gostou e soltou um gemido de aprovação. A b****a dela é linda, eu passaria horas aqui de boca, chupando sem esforço e sem cansar. Abri as pernas dela bem, tendo a visão perfeita da sua i********e. Passei os dedos por toda a extensão e mais uma vez constatei que ela está toda molhada para mim, sempre pronta. Passei a língua com calma, dando atenção maior ao seu c******s. Ela gemia feito louca e eu estava ficando maluco de tanto t***o. Enfiei um dedo indicador e o polegar, massageando o ponto enquanto chupava com fome. Que b****a molhada, p**a que pariu, que delícia! Eu que não costumo chupar mulher nenhuma, mas por ela eu morreria aqui, de boca.
Free reading for new users
Scan code to download app
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Writer
  • chap_listContents
  • likeADD