Maria Clara Narrando
Acordei com a minha i********e toda dolorida, exagerei pra c*****o pra uma primeira vez, meu Deus, que loucura. Não sou mais virgem, hahahaha. Pensar nisso é uma sensação doida. Mas não me arrependo de nada, faria tudo de novo. Só não faço hoje porque não tô me aguentando nem em pé. Olhei pro lado e vi aquele homem lindo dormindo, lembrei de tudo que a gente fez nesse quarto e, sem querer, minha i********e contraiu toda. Não sei explicar o que rolou, mas foi coisa de outro mundo. Eu já imaginava que seria bom, mas foi surreal, perfeito de verdade. Ele sabe muito bem como dar prazer pra uma mulher, isso é fato.
Levantei com certa dificuldade, fui fazer xixi e ardeu até a alma de tão dolorido que tava. Saí de fininho pra não fazer barulho e fui pro meu quarto tomar um banho, pra não acordar ele que dormia feito pedra. Pela primeira vez na vida ele não acordou quando saí da cama. Tomei um banho morno, tentando relaxar pra ver se a dor passava, mas pareceu até que piorou. Quanto mais o corpo fica mole, mais a gente sente o sofrimento. Parece que um caminhão passou por cima de mim, hahahaha. Cada movimento que eu fazia passando o sabonete, lembrava de cada pegada, cada toque dele no meu corpo. É estranho, mas eu consigo sentir as marcas dele aqui e agora.
Ele me olhava com desejo, com luxúria; o semblante mudava toda vez que ele passava os olhos pelo meu corpo. Aquele olhar de predador, pronto pra me devorar. Meu corpo tá todo marcado: roxos nos p****s por causa dos chupões, roxos na b***a por causa dos tapas. Sim, eu apanhei e não foi pouco, mas o mais incrível é que eu simplesmente amei. A cada tapa eu pedia mais, a cada mordida eu ia à loucura. Não sei quantas vezes gozei pra esse homem, a forma como ele me fez sua não tem explicação. Mas tenho que me manter na minha, não posso confundir as coisas. Não sei se ele tá afim de construir algo com alguém, imagino que não, senão com certeza já teria alguma. Também não sei se eu quero, minha vida tá tranquila agora, mas não sei até quando. Bandido não sabe ter relacionamento sem traição, e eu não aceito qualquer coisa, não aceito migalhas. Independente de tudo que passei, mesmo me sentindo um lixo às vezes, mesmo sentindo nojo de mim quando lembro daquele desgraçado, eu mereço o melhor da vida, justamente por todo sofrimento que já carreguei. Então talvez eu e ele não dê certo.
Afastei esses pensamentos, eles me fazem m*l. Mas mesmo com todo esse peso, me sinto de boas e feliz. Aconteceu com quem tinha que acontecer, ainda bem que foi ele, na verdade tinha que ser ele.
Vesti uma roupa leve, nem de calcinha eu tava, não tá dando. A parte de baixo tá até inchada, não sei o que eu tava pensando, agi como se já tivesse anos de vida s****l ativa e agora tô pagando o preço, hahaha. Sofrendo, mas feliz, que é o que importa.
Preciso resolver a questão de método contraceptivo, não quero correr risco de gravidez agora, ainda mais no meio desse tumulto, Deus me livre. Vou ver com ele se consigo colocar DIU, quando pegar o dinheiro do meu pai, pago. Sei que anticoncepcional não funciona pra mim, quando tinha 14 anos sentia cólicas fortes e sangrava muito, fora que ficava sangrando por dias. Depois descobri que tinha vários cistos nos ovários, tentei tratamento e me fazia muito m*l, um enjôo horrível, só de lembrar já dá ânsia. Então sei que com remédio não vai rolar, prefiro algo mais seguro e que não me traga problemas. Fiquei viajando nos pensamentos, nem sei se vou t*****r de novo e já tô planejando o DIU, sou uma safada mesmo, hahaha. Nisso ele entrou no meu quarto, com aquele sorriso de cafajeste que já me deixa toda derretida, vontade de tirar a roupa logo pra ele.
— Saiu saindo do quarto né? Nem me acordou com um bom dia bolado. — Falou ele, rindo.
— Vim tomar banho, não queria te acordar. Tô toda dolorida. — Falei, sorrindo sem graça.
— Também né, o que tu fez ontem foi coisa de feiticeira. Me deu um chá gostoso e eu quero muito mais. — Disse ele, vindo na minha direção e me dando um beijo cheio de desejo.
— Para, que eu sou tímida, fico sem graça, hahaha. — Falei, retribuindo o beijo.
— Vou jogar uma água no corpo e já saio pra comprar a pomada pra tu e a pílula do dia seguinte. Se fizer efeito, né? Porque nós brincamos com a cara do sistema, hahahaha. — Falou rindo e eu fiquei nervosa na hora, tinha esquecido completamente desse detalhe.
— Meu Deus, que inconsequente! Só faço merda, e ainda te culpo, mas na verdade você me induz a fazer merda. Vai lá que eu faço algo pra gente comer. — Falei, dando um selinho e saindo do quarto com ele.
— Ah, claro, eu que te induzo, né? Na hora que tu revirava os olhos de prazer tu não falava isso. — Jogou ele, indo pro quarto dele.
Que conversa desse safado, gente! Minha cara queima de tanta vergonha. Ele não tem senso nenhum, fala tudo o que vem na telha, sem filtro, fico chocada com esse descaramento, hahaha. Desci pra cozinha preparar uma comida rápida, acabei esquecendo de falar do DIU, quando ele voltar comento. Tomara que essa pílula faça o efeito dela direitinho, não tô podendo correr esse risco.