— Nem eu sei explicar, gostosa. É mais forte do que eu! Confesso que isso também tá me deixando maluco, não tô me entendendo. — Falei, sendo sincero.
— Nem eu, você tá me deixando confusa. — Disse ela, mas dessa vez num tom mais baixo, meio triste, e abaixou o olhar.
— Qual foi? Ficou triste do nada. — Chamei a atenção dela.
— Estou bêbada, cara. Tu não sabe que bêbados brigam, ficam tristes e depois choram? Que coisa. — Falou rindo e chorando ao mesmo tempo. Ah c*****o, que mina doida.
— Tu é muito doida, mina, hahahahah. Deixa de beber. Se tu quiser, amanhã nós toma mais umas. Vamos dormir que tu não tá muito bem não! — Disse levantando. Coloquei os copos na pia, lógico que terminei o meu. Fiquei meio embriagado, fazia tempo que não bebia e ainda fumei bastante na varanda pra ficar na paz.
— Está me chamando de bêbada? Vou fazer o quatro pra você ver que não estou. — Falou se levantando e tentando fazer o movimento com as pernas, quase caiu e eu segurei ela.
— Tá ótima, está vendo? — Debochei, hahaha. Peguei ela no colo, ela me abraçou e levei pro nosso quarto. Deitei ela na cama, cobri e ela me puxou para cima dela. Ah c*****o!
— Você não percebeu ainda que eu te quero, seu infeliz. — Sussurrou bem perto do meu rosto, enquanto eu estava por cima dela.
Nem me dei ao trabalho de responder. Beijei aquela boca gostosa com toda a vontade que segurei todos esses dias, explorei cada canto dela. Esse beijo tinha urgência; o que ela não conseguia falar por ser toda dura, transmitiu tudo nesse beijo. Que beijo do c*****o, o melhor, sem exagero. Ficamos uns dez minutos assim, o beijo foi ganhando intensidade e eu já estava ficando maluco por essa mulher, desesperado por mais.
— Faz isso não, eu tô maluco contigo. Isso é castigo. — Falei tentando parar, porque já não estava me controlando mais.
— Faço sim e você também vai fazer. — Disse ela me puxando feito uma selvagem e me jogou na cama. Fiquei de cara com a força dela. Deve estar com aquele t***o de urso, filho.
Me ajeitei na cama e ela já veio por cima de mim, agarrou minha boca novamente e demos mais um daqueles beijos quentes. Até que estava sendo legal deixar ela dominar e mostrar a safada que é, mas preciso ritmar o bagulho e dessa vez quem manda sou eu.
Virei rápido com ela, ficando por cima, fui distribuindo beijos por todo o seu corpo enquanto ela gemia bem baixinho. Cheguei na altura dos s***s, rasguei a parte de cima do macacão e aqueles s***s saltaram pra fora. Vai tomar no cu! Quase gozei ali mesmo sem ter dado uma botada sequer. Que mulher perfeita e gostosa, mano. Se eu já era maluco, agora tô muito mais. É uma morena da cor do pecado, aqueles s***s médios, morenos e com os biquinhos me chamando.
Caí de boca firme neles, mordendo e chupando um enquanto mordiscava o outro. E ela gemia baixinho, se contorcendo por baixo de mim. Ela queria tanto quanto eu, estávamos na intenção um do outro, mas senti que algo estava travando ela. Por mais que eu quisesse, preciso respeitar isso e entender o que tá pegando. Tem o fato dela ter bebido também, mesmo parecendo muito consciente e certa do que quer. Será que ela é virgem? c*****o, se for vou enlouquecer de tanto t***o.
— Qual foi, tu é virgem? — Perguntei e os olhos dela encheram de lágrimas. Que p***a de bebida é essa, gente, que só faz ela chorar?
— Eu não sei se quero falar sobre isso, me desculpa. Te quero muito, muito mesmo. É tanta vontade que fiz de tudo pra passar por cima dos meus traumas e te ter, mas não consigo. — Falou chorando e eu fiquei sem saber o que fazer. Como eu estava em cima dela, me ajeitei e deitei com a cabeça no seu colo, abraçando ela.
— Fica assim não, bebê. Quer conversar comigo? Eu tô aqui pra você. — Falei tentando acalmá-la. Levantei de cima dela, sentei ao seu lado e ela se sentiu também. Ficou com vergonha por causa dos s***s à mostra, peguei a coberta e entreguei a ela.
— Nem sei como falar isso, nunca contei pra ninguém porque é algo doloroso. Mas preciso falar pra você, porque te quero muito como nunca quis ninguém. E isso que a gente fez aqui, por mais que pareça bobagem pra você, foi muito pra mim, porque eu nunca cheguei nisso com ninguém. Nunca tive vontade, fizeram eu ter medo disso! O motivo de eu ter ido embora daqui com a minha mãe foi porque fui estuprada aqui pelo antigo dono desse morro, e acredito que você já conheça essa história, afinal foi o Terror que matou ele. Então eu sou essa menina, e respondendo sua pergunta: não sou mais virgem, não porque eu quis, mas porque me tiraram à força da forma mais c***l possível. Depois disso nunca quis ter nada com ninguém, tive e tenho muito medo. Beijei aquele menino no pagode porque estava disposta a tentar encerrar esse ciclo de medo na minha vida, senão eu não ficaria com ninguém. Mas antes disso, eu nunca nem tinha beijado ninguém. Por medo do toque. — Disse ela em prantos. O meu mundo parou ali, fiquei sem respirar por alguns segundos, fiquei totalmente maluco da cabeça.
— Que pesado, cara. Eu tô com tanto ódio, mas tanto ódio que queria ressuscitar esse desgraçado só pra matá-lo mais uma vez da pior forma possível. Sei que o que você sente é horrível, consigo ver a dor no seu olhar. Mas quero que você bote na sua cabeça que essa culpa não é sua, a culpa é desse desgraçado. E pra mim você é virgem, aquilo não conta e nunca deveria ter contado. Você era praticamente uma criança e não teve escolha. A sua primeira vez vai ser comigo, vou me tornar seu homem e te fazer minha mulher. Se você permitir, quem vai tirar a sua virgindade de verdade sou eu. Quando estiver pronta pra isso, eu vou estar aqui te esperando. — Falei do meu jeito, não sou bom com as palavras, mas queria deixá-la tranquila quanto a isso e é a mais pura realidade: pra mim ela é virgem e nada vai mudar isso.
— Obrigada, obrigada e obrigada. Sem dúvidas vai ser você quem vai me tocar a primeira vez com o meu consentimento. — Disse sentando no meu colo e me deu um beijo em meio às lágrimas.
Um beijo calmo, carregado de sentimento, é isso mesmo. Cheio de desejo e vontade um do outro. Ela me jogou na cama mais uma vez, me beijando e sarrando a b***a gostosa dela no meu p*u. Eu queria esperar, mas a diaba não tá nem aí pra isso.