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GB Narrando - Minha mulher voltou a ser ela de verdade… graças ao Maior. Minha casa voltou a ter vida, voltou a ter paz, voltou a ser lar. Porque, papo reto? É ela que faz tudo isso aqui girar. Eu e a menorzinha somos totalmente dependentes dela, e isso nunca foi segredo pra ninguém. Até os foras do nada voltaram hahahaha… o jeitinho dela, o carinho, o fogo… e eu? Tô nas nuvens, nem disfarço. - Eu sei que isso ainda mexe com a mente dela… e vai mexer por muito tempo. Não é algo que apaga assim. Mas ela decidiu que não vai deixar isso travar a vida dela… e não vai mesmo. Ela não é menos mulher por nada disso. Mesmo que, na cabeça dela, ache que talvez não possa engravidar… pra mim não muda p***a nenhuma. - Eu sou homem de fé, mesmo todo errado, todo torto, vivendo essa vida louca. Eu acredito… nem que seja naquele 1% de chance. E é nesse 1% que eu me agarro. Se for da vontade do Maior, nosso filho vem… e se não vier, também tá tudo certo. A vontade dele é boa, perfeita e agradável. E acabou. A gente adota, dá um jeito, constrói nossa família de outra forma. Eu não fico preocupado comigo não… minha preocupação é ela… e a Eloah. Porque querendo ou não, a menorzinha precisa de companhia. Crescer sozinho é r**m demais… eu sei como é. - E mesmo ela não sendo de sangue… pra mim é como se fosse minha filha. Meu sentimento é de pai, fechado com ela até o fim. E eu não quero ver ela crescendo sozinha, sem ter com quem dividir a vida, brincar, trocar ideia… ou até enfrentar os momentos difíceis. - Fora isso, nada muda. Eu quis a Bianca pra ser minha mulher… não só mãe de filho meu. E nisso, eu tô mais que satisfeito. - Hoje foi dia puxado na boca. Movimento pesado… eu, Terror e Fael tivemos que cair pra dentro sem caô. Ainda bem que o Fael voltou e que o Terror tava ativo, porque sozinho eu ia ficar doido. Conferir carga é chato pra c*****o… mas é o que mantém tudo de pé, então tem que fazer. Mas na moral? Nós três juntos, foi rápido demais… só resenha, gastação e trabalho feito. - Só que aí… do nada o rádio do Terror grita. Os menor da barreira chamando, quando eu ouvi quem tava lá embaixo, meu sangue ferveu na hora. A desgraçada da Gláucia, e o pior? Ele deixou subir. - Aí já era… fiquei puto de verdade. “Informação” é o c*****o. Ele não precisa de nada vindo dela, ele sabe disso. Às vezes ele se faz de maluco, papo reto. Só não dei um esculacho ali na hora porque tinha gente em volta… e também porque, antes que eu abrisse a boca…Eu vi elas vindo. - Maria… minha mulher… e a menorzinha. Nem deu tempo de reagir. Ela chegou igual um furacão, partiu pra cima da Gláucia sem pensar duas vezes… e irmão… ela bateu. Mas bateu mesmo. Sem dó, sem freio. E eu? Fiquei como? Feliz pra c*****o. Qualquer surra que essa mulher levar ainda é pouco… e eu vou assistir tudo com gosto. Só que o bagulho ficou sério de verdade quando ela virou pro Terror. Mano…Ela enforcou o cara. - Sem brincadeira. Cravou as unhas no pescoço dele com uma força que eu senti daqui. O Terror perdeu a cor na hora… ficou sem reação. E o mais absurdo? Ninguém falou nada, nem eu. Os vapores tudo quieto, só ouvindo ela mandar as ideias, dando as coordenadas… o clima ficou pesado. Sinistro. - Ali eu vi… quem tem que ficar na frente quando o Terror se ausentar… é ela. Tirei o chapéu, esquece. Deu aula. E o mano mereceu, falei nada, só me segurando pra não rir hahahahah. - Mas nem tudo ficou suave…Bianca não falou comigo direito depois disso. Seca… distante. Não entendi p***a nenhuma. Tô torcendo pra ser só a adrenalina do momento, a Eloah ali também, ambiente pesado, né… Porque se não for, eu tô fudido.E do jeito que ela tava hoje, capaz de eu apanhar também.
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