2 MESES DEPOIS
TERROR NARRANDO
- Aconteceu tanta coisa que fica difícil até assimilar essa parada toda em tão pouco tempo. Nunca fui um homem bom com palavras e demonstração de afeto, mas a cada dia que se passa, Maria Clara vem me mostrando o contrário do que eu sou, ou melhor, achei que fosse. Tivemos uma briga feia por conta da Gláucia, Costela deixou essa p*****a subir aqui e ela fez um show de horrores, antes de ir na boca falar comigo, ela encontrou com a Maria Clara na praça com a Bianca e a menorzinha. Falou um monte de mentiras pra mina e Maria não me falou até agora detalhes do que rolou. Sei que foi merda porque depois disso a Maria mudou completamente comigo, voltou pra casa dela que é aqui ao lado e diz que está preferindo ficar sozinha pra digerir tudo isso. Eu não bati na Gláucia, espanquei. O ódio que estou dela não está escrito, só não matei porque não quero a mídia aqui em cima agora. Conclusão, fiquei sem minha mulher e ela m*l fala comigo. Costela tomou uma massagem e está de gancho, estou de olho nesse filho da p**a m*l intencionado do c*****o.
- Hoje faz duas semana que essa parada toda aconteceu, todo dia vou lá ver ela e peço que ela me conte o que de fato a Gláucia falou, mas ela desconversa e não fala. Me evita, não me deixa mais toca-lá e eu estou boladão com essa p***a toda. Sinto falta dela em tudo na minha casa, nem comer direito estou comendo, não consigo fazer muita coisa, é como se eu dependesse dela pra viver. Mas jamais vou insistir, se ela quer ficar sozinha e na dela, cabe a mim respeitar essa situação. Não vou forçar nada, nunca. Por mais que seja difícil. Só quero que tudo isso passe e a gente volte a ter o que tínhamos e foi minado por uma cambada de filha da p**a.
- O que me deixa mais bolado e com ódio dos dois filhos da p**a lá é que estava tudo tranquilo mano. Ela estava ficando só em casa, como o combinado, até pegar o cuzão do Ferrugem. Estava marcando de casa sempre pra ela não ficar sozinha, procurando sempre fazer alguma resenha com o GB e a mina dele pra ela ter alguém pra trocar ideia e pá. A verdade é que eu estava em paz, como nunca estive na vida. Não estava só cuidando dela, estava sendo cuidado também e muito bem cuidado, como ninguém nunca fez por mim.
- A comida dela é a melhor que eu já comi na vida, o sexo com ela foi o melhor e sem exagero. A mina lava algumas roupas minhas, na mão e eu fico desacreditado, tem noção? Ela não é muito de demonstrar com palavras, mas nas atitudes mostra diariamente o carinho e o cuidado dela comigo. Vou dar o tempo que ela precisava, mas também não vou deixar ela muito sozinha, tenho medo dela tentar tirar a própria vida igual da outra vez. Sei que que agora ela está mais tranquila, mas mesmo assim. f**a é quando vou lá, ela me trata indiferente. Peço pra comer e ela manda eu ir colocar, fico sentado no sofá e ela diz que vai subir porque tá com sono, tá me evitando em um grau que ta me agoniando.
- Fui praticamente de madrugada para a boca, se não vou ficar maluco. Eram umas 4:30, olhei pela sacada do meu quarto e a casa dela estava toda fechada e com cortina, até isso ela tá me embarreirando de ver. Cheguei na boca boladão e com muito pouco papo, não quero assunto com ninguém, quero ficar na minha e só resolver os bagulhos que tenho que resolver. Já apertei um baseado pra fumar, infelizmente estou fumando muito, nunca fiquei assim de ficar fumando tanto. Tentei focar aqui nos trabalhos e resolvi mandar mensagem pra ela no w******p.
- w******p On..
Terror: Estou na boca, qualquer coisa tu me manda mensagem.
Maria Clara: Você não precisa me dar satisfação.
Terror: Eu sei, só estou dizendo porque tu não tá saindo de casa. Então se precisar de algo é só me chamar.
Maria Clara: Ok.
- w******p Of.
- Maria Clara nunca foi amorosa, sempre foi uma Fiona. Mas ela nunca me tratou dessa forma que está tratando e isso está acabando com a minha sanidade mental. Foquei nos trabalhos mais uma vez, fiz pedido de algumas armas e drogas. Peguei o caderno de anotações e fiz algumas, agora vou no galpão separar as drogas do plantão que troca as 7h. Assim que ia sair da porta o GB entrou.
GB: Mano, olha o que tá acontecendo, p**a que pariu. - Falou entrando, pegando o controle da TV pequena que tem aqui na minha sala e colocou no Tino Júnior.
Terror: O que tá pegando c*****o? - Disse sem entender p***a nenhuma.
GB: Olha essa p***a. - Falou olhando pra tv.
- Caralhoooooo, na reportagem diz que o Ferrugem foi morto queimado e jogaram o corpo dentro de um carro na praia de São Conrado. Já maldei logo, foi proposital.
Terror: Ele pode está forjando a morte dele pra despistar nós, achando que nós vai achar que ele morreu e ficar tranquilo pra ele dar o bote ou mataram ele e querem jogar a culpa pra nós. Já que colocaram o corpo na praia aqui de São Conrado. - Disse pensativo.
GB: Pensei o mesmo, sem contar que queimarem o corpo, ou seja, não vai dar pra reconhecer 100%. O filho da p**a se fodeu, achando que só a mãe dele fez filho esperto. - Falou puto.
- Deixei ele fazendo todas as coisas que eu precisava fazer e fui pra casa pensar. Preciso agir quanto a isso, primeiro que pode chamar os cana pra cá, mesmo que seja vagabundo morto, o pessoal dos direitos humanos caem em cima da mídia, então não tem pra onde correr. Agora preciso arrumar um jeito de me ausentar e anunciar o morro com o GB de frente por tempo indeterminado, deixando transparecer que vou viajar a negócios, mas vou ficar intocado em algum desses meus apê por aqui pelas entornos e acessos, ele vai saber disso e vai tentar invadir, nessa eu pego ele e acaba essa merda toda de uma só vez.