- A resenha estava fluindo bem, do nada os cara fez um churrasco, clima agradável e maneiro. Tirando as marmita que ficam igual umas sanguessugas em cima pra ver se vai tirar alguma coisa, de mim não tira nada, nunca p***a. Já estava meio no brilho, fumadão. Até que a Viviane passou descendo sentido a casa dela, reparei de longe aquela marquinha neon, filha da p**a gostosa do c*****o. O bar parou pra olhar pra ela, fiquei incomodado pra c*****o e ela nem deu confiança pra ninguém, vai entender.
Dado: Essa aí eu caso novamente. - Falou rindo.
Fael: Trocar tua fiel de casa por essas mina da rua, tu só pode tá de s*******m né? - Disse desacreditado, que cara o****o.
Dado: Essa aí também é de casa, pode botar fé. - Falou sério mas nem ele acredita nisso.
Fael: Ah, deve ser mesmo. - Disse irônico e fiquei na minha.
- Se em praticamente um dia, ela deu pra mim e deu pro tal do namorado dela, o que ela não faz naquele puteiro. O que me deixa intrigado é que ela é fechadinha mano, apertada pra c*****o. Deve ter algum truque que as do job usa porque não é possível.
- Deixei os cara lá, paguei a conta toda de moral e meti meu pé. Minha bateria social já tinha acabado, esses caras só falam merda o tempo inteiro. Tem horas que é maneiro pra descontrair e outras que enche o saco, to fora.
- Fiz aquela Honda no morro como de costume, depois fui pro alto da quadra fumar mais um e colocar a mente em ordem, ou pelo menos tentar né. Aqui estou me sentindo carente, longe de tudo e todos, longe até das bucetas que eu acostumei a comer, ta ossada pro meu lado. Sem contar que minha mente não para, basicamente não tem ninguém pra me render, já que não tenho sub. Então é eu e eu todo dia e sem folga, bagulho tá ficando massacrante. Não corro de trabalho, mas minha mente tá maior confusão.
- Terminei de fumar e fui pra casa, passei pelo portão dela e fiquei parado pensando se devo ou não. To doidão e cheio de t***o na p***a do bagulho, era só ela sentando gostoso. Essa mina é quente, sabe muito. Não tem como negar, ela sabe exatamente como me satisfazer. Parei a moto e fiquei na calçada em frente ao portão dela pegando a visão da rua, mesmo bêbado tenho consciência de que tenho que dar a p***a do exemplo. Olhei tudo, pra ver se tinha alguém vendo e me escoltando e estava limpo, mó paz. Tomara que a não seja uma avenida e tenha um monte de casa, se não vou arrumar pra cabeça. Pulei o muro na cara e na coragem e ainda bem que é só a casa dela, casa única.
- Fui até a varanda, olhando tudo. Pegando a visão de tudo pra ver se não tem cachorro, se não estou fudido. Bêbado e mordido é f**a, não tem como. Parei de frente pra porta dela e estava tudo apagado, exceto a TV, já dei logo duas batidas na porta.
Viviane: Quem é? - Falou gritando e visivelmente nervosa.
- Fiquei em silêncio e bati na porta novamente.
Viviane: Se não falar quem é, vou chamar os caras do movimento ou eu vou gritar. Isso não é hora de bater na casa de ninguém! - Falou gritando e a minha vontade de rir só aumentando.
Fael: Abre logo essa porta mano. - Disse sem paciência e ela abriu com a p***a de uma coberta tampando ela toda, como se eu já não tivesse visto tudo nela.
Viviane: O que você quer? Quem te deu autorização para pular o muro da minha casa? Acho que você deveria dar o exemplo né. - Falou me metralhando e p**a pra c*****o.
Fael: Tá falando cheia de marra porque? Quero saber porque tu me bloqueou do i********:, qual foi? Não quer mais papo comigo porque? - Disse puto.
Viviane: Eu não sou obrigada a falar com quem me desrespeita como mulher e você fez isso. Também não sou obrigada a te ter nas minhas redes sociais, até porque nem amigos somos, então não tem coerência suas perguntas. Também não precisava pular a minha casa pra falar isso, quando me visse na rua, poderia falar. - Falou me metralhando mais uma vez.
Fael: Te desrespeitei o c*****o, te tratei muito bem por sinal. Ficou ofendida porque te dei dinheiro? Não é essa a porta do teu trabalho? Ou eu sou o fodão e comigo tu ia dar de graça? Qual foi mina, não estou entendendo qual é da tua. - Disse puto.
Viviane: Vai embora cara, deixa de ser ridículo. Olha as coisas que você está falando, te dei porque rolou química e eu quis. Você não sabe nada sobre mim, então para de falar merda. Não enche teu cu de cachaça e venha na minha casa tirar a p***a da minha paz. - Falou me empurrando e eu segurei suas mãos.
Fael: Não sei nada sobre você mesmo não, só o que geral sabe. Que tu trabalha em puteiro, então eu te paguei por isso se é o teu trabalho, agora não vem dar uma de boazinha e querer me esculachar por ter feito isso não, porque eu não te humilhei. Quem se humilha todos os dias indo trabalhar naquela p***a lá é você. - Disse alterado e puto pra c*****o.
Viviane: Não que eu deva satisfação da minha vida pra você ou qualquer fofoqueiro dessa merda de lugar. Trabalho no puteiro sim, como você disse, mas não dessa forma, eu sou faxineira. Inclusive limpo a merda do lençol cheio de goza dos seus amigos fofoqueiros e infiéis que vão lá se satisfazer com as mulheres do job, enquanto deixam suas esposas em casa. Agora vai embora da minha casa e nunca mais apareça na minha frente, você é escroto e eu tô com nojo de você. - Falou gritando e eu fiquei paralisado.
- Como assim ela não é p**a? c*****o, minha cabeça deu um trezentos e sessenta.
Fael: E porque você não me disse isso quando fui te pagar? - Disse confuso.
Viviane: Como eu disse, não devo satisfação a você. Se eu fizesse programa, isso não me faz menos mulher do que qualquer outra mulher, afinal, estaria dando o que é meu e sem roubar ou pedir nada a ninguém. Tem como você ir embora? - Falou sem paciência.
Fael: Vamos conversar, eu preciso me explicar. - Disse atordoado.
Viviane: Eu não quero conversar com você, isso tudo aqui já foi longe demais. E eu estou namorando, você não pode entrar na minha casa assim! - Falou cortando o assunto.
Fael: Namorado é o c*****o, tu fez aquela cena só pra me atingir. Ah não ser que ele seja corno né. Não vou embora e ninguém vai me tirar daqui! - Disse firme.
Viviane: Quem é você mesmo pra eu ter que fazer algo pra te atingir? Corno não, começamos a namorar hoje, se você não for embora, vai ficar aí na varanda porque eu vou trancar a porta. - Falou p**a da vida.
Fael: Começou hoje e vai terminar hoje, se não eu vou fazer da tua vida um inferno. Eu não vou embora até nós conversar, já disse. - Disse passando por ela e sentando no sofá, a mesma me olhou com sangue nos olhos da porta. Encostou a mesma e foi pra outro cômodo que eu acho que seja a cozinha.