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Fael Narrando - Fiquei na boca o dia todo, como de costume. Minha mente está perturbada e eu preciso resolver minha vida, renunciar meu cargo vou está sendo um covarde, mas acho que é o melhor a ser feito. Nunca namorei, nunca fui casado, não sei nem o que é ter sentimentos. Sou cachorrão mesmo, não sirvo para nada disso. Nenhuma mina parece que é o suficiente pra mim, não consigo despertar nenhum tipo de sentimento. Também sempre corri disso. - Mas ver a Vanessa com o bola rasteira do namorado, me deixou bolado. Fiquei puto pra c*****o e não vou mentir. Só que fiquei pensando, como um cara consegue assumir uma mina que é p**a p***a? Pior que a mina é linda, tlg? Linda mesmo e sem fazer esforço, aí se sujeira a vender o corpo pra ganhar a vida, não sou exemplo. Mas não vem falar que não tem escolha não porque tem sim, não fode. Eu tive pô! - A vida é dura pra c*****o sim e injusta pra uns muitas das vezes, mas se tu tem força de vontade, consegue fazer o jogo virar. Ela não fez porque se acomodou e na verdade deve gostar da vida que leva, então infelizmente ela não é mulher pra mim, no máximo posso continuar ficando com ela, mas é algo que vejo que não consigo levar pra frente. Talvez eu esteja só com o ego ferido porque nós transou e praticamente o dia seguinte ela estava com outro. Poderia ter deixado ela fudida, chamar ele de corno na cara dela, já que ela namora, então deu pra mim porque? Ah, não fode. - Ela não vai ficar nessa comigo, não vai mesmo. Quando eu meter o pé daqui ela pode fazer o que quiser dá vida, mas enquanto eu estiver aqui, ela não fica com ninguém e eu não to pra brincadeira. Segui ela no insta e maldita me bloqueou, fiquei mais puto ainda. Fiquei pensando no que fazer, na verdade, querendo esquecer essa p***a toda. - Deixei tudo no esquema e fui pra casa tomar um banho gelado, fiquei horas no banheiro pensando em tudo e não querendo pensar em nada hahaha, é f**a a vida do bandido. Sai do banho, coloquei uma cueca preta, camisa branca e bermuda preta. Lancei meus ouros, passei desodorante e perfume. Peguei minha moto e fui andando pelos acessos, até que vejo os mano no bar quase perto da boca, quem estava de folga hoje, é claro. Dado: Encosta aí chefe, tomar umas pra refrescar e botar uns balão pra subir. - Falou me chamando. Fael: To precisando mesmo, tá f**a esse calor. - Disse descendo da moto e sentando perto deles. - Uma p**a veio sentar em cima do meu colo e eu já dei um empurrão pra ela se ligar na dela. Lis: Calma chefinho, não precisa disso. - Falou toda sem graça. Fael: Não confunde, não gosto de mulher oferecida. - Disse dando logo um corte. - Depois disso ela foi lá pro lado das marmitas e eu fiquei tranquilo trocando ideia com os mano. Por um momento consegui me distrair e me entregar ao momento. Os cara são super dahora, nem parece que eram alemão hahaha. Na verdade ninguém aqui gostava do Ferrugem pelo visto, só aturava porque não tinha pra onde correr né. - Dado estava já mais pra lá do que pra cá e foi com uma mina pro banheiro do bar, mina feia pra c*****o e a cara de ser marmita. Bom, pra se sujeitar a isso, boa que não pode ser. Fico de bobeira como esses caras se perdem por nada, o mano é casado, tem duas cria e fica fazendo isso com a esposa, não julgo e não me meto na vida de ninguém, meu interesse é a posição dele no crime, se leva ou não a risca, a vida dele pessoal é com ele mesmo. Uma hora ele vai cair na real, quando ver a mulher dele de casa, dando pra outro. Aí o filho chora e a mãe não ver. Aí vai querer infernizar a vida da mulher e eu não vou deixar nem fodendo. Pra todo Poze do rodo, existe um Dafuria, pega a visão não pra ver.
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