Fogo que Consome Tudo

1164 Words
A mansão estava silenciosa, o tique-taque do relógio na sala ecoando como um lembrete do vazio que separava Melissa e Daniel. Uma semana após a volta da praia, o ar entre eles era pesado, carregado de desejo não dito e culpa que cortava como vidro. Melissa estava na biblioteca, o corpo envolto em um short jeans que abraçava a b***a e uma blusa cropped que mostrava a barriga lisa, os cabelos pretos caindo em ondas selvagens. Seus olhos azuis estavam fixos em um livro, mas ela não lia — sua mente girava com a memória de Daniel no sofá, as estocadas que a fizeram gritar, as falas sujas que ainda a deixavam molhada só de lembrar. p***a, ele me fodeu como se eu fosse dele. E agora age como se eu fosse nada. A distância dele era uma tortura, cada olhar evitado uma facada no coração.Daniel estava no escritório, a camisa social meio desabotoada, o peito musculoso visível, os olhos castanhos grudados na tela do laptop. Ele tentava se perder no trabalho, mas cada pensamento voltava para Melissa — o jeito que ela gemeu, o calor do corpo dela, a forma como implorou por sua rola. Ela é minha prima. Minha garotinha. Eu jurou protegê-la, não fodê-la até perder a cabeça. A culpa o consumia, mas o t***o era mais forte, o p*u endurecendo só de lembrar dela nua, gritando seu nome. Ele se forçava a manter a distância, saindo cedo, voltando tarde, até respondendo mensagens de Clara para se distrair, mas nada apagava Melissa.Melissa, farta do silêncio, desceu para o escritório, o coração disparado. Daniel levantou os olhos quando ela entrou, o olhar faiscando com desejo antes de endurecer. “O que você quer, Mel?” ele perguntou, a voz fria, mas tremendo de algo mais.“Quero você,” ela disse, fechando a porta, o som do clique como um gatilho. O short jeans subia pelas coxas, a blusa deixando os s***s empinados à mostra. “Tá me ignorando, Daniel. Como se não tivesse me fodido até eu gozar gritando. Não aguento mais essa p***a de distância.”Ele se levantou, os punhos cerrados, tão perto que ela sentia o calor do corpo dele. “Você sabe por quê,” ele rosnou. “Eu jurou te proteger. Você é minha família. O que fizemos foi errado, caralho.”Melissa colou o corpo ao dele, os s***s roçando o peito dele, o cheiro dela invadindo-o. “Errado? Então por que tá duro agora?” ela provocou, a mão roçando o volume na calça dele, arrancando um gemido baixo. Quero ele me comendo, me marcando, me fazendo esquecer essa culpa i****a, ela pensou, o t***o pulsando entre as pernas.O desejo explodiu como gasolina no fogo. Daniel agarrou o rosto dela, a boca devorando a dela em um beijo faminto, a língua invadindo, dançando com a dela, o gosto de café e t***o misturando-se. p***a, ela é tão gostosa, tão minha, ele pensou, o p*u latejando, a culpa afogada pelo calor do corpo dela. As mãos dele desceram, arrancando a blusa cropped, os s***s dela saltando livres, os m*****s duros implorando por toque. Ele chupou um com força, a língua girando, os dentes mordiscando, cada puxada arrancando um gemido alto. Quero marcar cada pedaço dela, fazer ela gritar até não aguentar, ele pensou, o t***o o cegando.Melissa arqueou contra ele, as unhas cravando nos ombros dele, o prazer a consumindo. c*****o, a boca dele é um pecado, quero ele me chupando até gozar, ela pensou, a b****a molhada pulsando com cada lambida. “Chupa mais, Daniel,” ela gemeu, a voz safada, puxando o cabelo dele. “Quero sentir sua boca me fodendo.”Ele rosnou, a voz rouca. “Você quer ser minha p*****a, é?” Ele rasgou o short jeans, a calcinha preta rendada caindo em pedaços, deixando-a nua, exposta. Seus dedos deslizaram entre as coxas, roçando o c******s inchado, o mel dela escorrendo, quente e escorregadio. Ela tá tão molhada, tão pronta pra mim, ele pensou, o p*u doendo de tão duro. Ele esfregou devagar, o polegar circulando o c******s, enquanto dois dedos entravam, curvando, acertando o ponto que a fez gritar. “Tá gostando, né? Minha v***a safada,” ele disse, os olhos presos nos dela, vendo-a se desfazer.Melissa tremia, as pernas bambas, o prazer tão intenso que ela m*l respirava. p***a, os dedos dele tão me matando, quero ele me comendo até desmaiar, ela pensou, os quadris se movendo contra a mão dele. “Me fode, Daniel,” ela implorou, a voz quebrada de t***o. “Quero sua rola me rasgando.”Ele a levantou, jogando-a na mesa do escritório, papéis voando, o corpo dela exposto como uma oferta. Quero comer ela até ela esquecer o mundo, ele pensou, arrancando a calça, o p*u duro saltando livre, a ponta brilhando. Ele roçou a glande na entrada dela, o calor dela o puxando, e a penetrou com uma estocada profunda, o ritmo bruto, cada batida fazendo os s***s dela quicarem. “c*****o, você é tão apertada,” ele grunhiu, as mãos agarrando os quadris, os dedos cravando na pele macia. Ela é minha, só minha, não importa o quanto eu lute, ele pensou, o t***o o dominando.Melissa gritava, as unhas arranhando a mesa, o prazer a levando à loucura. Ele tá me fodendo tão forte, tão perfeito, quero gozar com ele dentro de mim, ela pensou, as coxas tremendo, o c******s pulsando a cada estocada. “Mete mais, Daniel, me fode até gozar,” ela disse, a voz safada, os olhos azuis faiscando. Ele se inclinou, chupando o pescoço dela, os dentes marcando a pele, enquanto uma mão descia, esfregando o c******s em círculos rápidos, o ritmo das estocadas implacável.“Grita pra mim, Mel,” ele rosnou, a voz rouca, o suor pingando do peito dele. “Quero que todo mundo saiba que você é minha putinha.” Quero ela gozando, quero sentir ela apertando meu p*u, ele pensou, o prazer o cegando. Melissa gozou com um grito, o corpo convulsionando, a b****a apertando-o tão forte que ele gemeu alto, gozando logo depois, o calor enchendo-a, quente e espesso.Caíram na mesa, suados, ofegantes, o escritório cheirando a sexo. Daniel a puxou contra o peito, a culpa voltando como uma onda. “Eu te amo, Mel,” ele murmurou, a voz quebrada. “Mas isso tá nos matando. Eu jurou te proteger, não te arrastar pra esse inferno.”Melissa, com lágrimas nos olhos, agarrou-o com força. Ele é meu, mesmo que lute contra isso, ela pensou, o coração apertado. “Você não tá me matando,” ela disse, a voz firme. “Tá me fazendo viver.”Mas nos dias seguintes, o distanciamento voltou, mais frio que nunca. Daniel mergulhava no trabalho, respondendo mensagens de Clara, enquanto Melissa recebia ligações de Jace, tentando se distrair. O fogo entre eles era uma chama que não apagava, mas a distância era um abismo que os mantinha separados — pelo menos por enquanto.
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