"Luis!" Eu sussurrei ao entrar no galpão completamente escuro. Escapar da casa não foi tão difícil quanto eu pensei, pois a segurança não era tão rígida durante a tarde. Sair pela porta do jardim que levava diretamente ao caminho para o metrô foi moleza, mas como a Cinderela – eu sabia que aquela mesma porta estava fortemente protegida depois da meia-noite. A melhor parte da casa segura era que ninguém realmente falava comigo, a menos que eu falasse primeiro – então, tudo que eu precisava dizer era que ia tirar um cochilo e estava liberada. "Luis?" Eu chamei novamente e liguei a lanterna do celular. Quando ouvi passos vindo na minha direção, recuei e olhei ao redor. E se fosse uma armadilha? "Serena?" Ouvi a voz de Luis, ele correu e me abraçou. Ajoelhei-me para olhar para el

