As palavras de Luna ainda ecoavam em minha mente, consumindo-me. A única luz no fim do túnel era que os enjoos matinais haviam diminuído um pouco; eu finalmente parecia um ser humano novamente. O problema é que eu estava de volta, parada diante da porta do escritório de Christian. Depois de muito pensar, decidira aceitar sua oferta. Não se tratava mais dos meus medos, mas de dar ao meu bebê a melhor vida possível. "A porta está aberta", a voz intimidante de Christian ecoou de dentro. Abri. Ele estava inclinado para fora da janela, um cigarro entre os dedos. "Volto mais tarde", disse, tentando não inalar a fumaça pelo bem do bebê. Ele apagou o cigarro abruptamente. "Não precisa. Isso vai ser rápido", falou, sentando-se atrás da mesa. Ao ver sua expressão, perguntei-me se havia

