Eu te amo Helena ❤️

1351 Words
Helena terminou de organizar os últimos detalhes da cirurgia, respirou fundo e olhou para o relógio: sete e meia da noite. Ainda havia pacientes esperando, mas ela já sentia a fome apertando. O celular da segurança vibrou. — Oi, patrão? — atendeu o segurança, firme. — Fábio, minha mulher ainda está aí? — perguntou Klaus, a voz carregada de preocupação. — Sim, patrão. Ainda está em cirurgia. Tudo tranquilo. — — Certo. Qualquer coisa, me liga, tá? — disse Klaus. — Pode deixar, patrão. Helena terminou o procedimento com precisão, lavou as mãos e respirou fundo. Eram nove horas. O consultório estava silencioso, as luzes baixas. Ela trancou tudo, conferiu as chaves e viu uma ligação perdida de Klaus. Um sorriso surgiu em seu rosto. — Amor! — disse, ligando de volta. — Princesa, que horas você vai vir pra casa? — a voz dele veio suave, calorosa, mas cheia de cuidado. — Acabei agora a cirurgia. Daqui a pouco tô chegando aí. — — Tá bom, tô te esperando pra jantar. — Ele não conseguia disfarçar a ansiedade na voz. — Que bom, amor. Estou morrendo de fome! — disse Helena, rindo baixinho, o coração aquecido. Ela saiu do consultório acompanhada da segurança, que conduziu o carro com cuidado até a residência. Cada quilômetro percorrido trazia a expectativa de reencontrar Klaus, de sentir novamente o abraço dele, o cuidado, a proteção e o carinho que só ele sabia dar. Ao chegar, Helena desceu e respirou fundo. A noite ainda estava calma, a casa iluminada por luzes suaves. Ela entrou e imediatamente sentiu o aroma familiar da comida sendo preparada. Era Klaus, pensando nela, esperando por ela. — Estou em casa, amor! — disse ela, e Klaus apareceu na porta do corredor com aquele sorriso que derretia o coração dela. — Finalmente, princesa. — Ele puxou-a para um abraço apertado. — Vamos jantar, você deve estar morrendo de fome. Helena sorriu, sentiu-se segura, amada e acolhida. Mesmo depois de um dia longo, depois de cirurgia, medo e cansaço, aquele momento com Klaus a fazia sentir que, ali, no lar deles, nada poderia atingi-la. Klaus guiou Helena até a mesa, onde já havia dois pratos cuidadosamente preparados. Ele colocou o dela com delicadeza, certificando-se de que estava confortável. — Senta aqui, princesa — disse, sorrindo, enquanto puxava a cadeira para ela. — Obrigada, amor — respondeu Helena, ainda sentindo o calor do abraço dele no corpo. A vovó, sentada à mesa, olhava para os dois com um sorriso tranquilo, feliz em ver a neta protegida e amada. — Querida, se alimente bem — disse a vovó, passando-lhe o guardanapo com carinho. — Sim, vovó, obrigada — Helena respondeu, emocionada. Klaus sentou-se ao lado dela, pegou sua mão por um instante, apenas para sentir, para se reconectar depois de um dia de preocupações. — Comida quente, depois de um dia longo… é perfeito — disse Helena, mordendo levemente o lábio, um sorriso tímido no rosto. — Você merece isso e muito mais, meu amor — respondeu Klaus, acariciando a mão dela. — Cada momento que posso cuidar de você, faço com prazer. Eles começaram a comer, conversando baixinho, rindo de pequenas histórias do dia a dia, partilhando segredos e confidências, apenas entre eles. O mundo lá fora parecia distante; ali, só existiam eles, o carinho que compartilhavam e a segurança que Klaus fazia questão de oferecer a cada instante. — Amor… — Helena disse, a voz doce, um pouco tímida —, obrigada por sempre me proteger. Mesmo quando eu não consigo me proteger sozinha. Klaus sorriu, aproximando o rosto do dela: — Nunca vou deixar nada te machucar, Helena. Você é preciosa demais para mim. Todo cuidado, todo esforço… é porque eu te amo mais do que tudo neste mundo. Ela sorriu, tocando o rosto dele com ternura, sentindo o coração bater acelerado de emoção. — Eu também te amo, Klaus… tanto… — murmurou. Ele acariciou os cabelos dela, depois segurou a mão dela com firmeza, olhando nos olhos dela como se quisesse gravar cada detalhe daquela noite. — Cada dia que passa, eu percebo que não há ninguém mais perfeita para mim do que você. Cada gesto seu, cada palavra… me faz sentir vivo. Eu prometo, amor, que nossa vida será cheia de momentos assim, só nossos, cheios de amor e segurança. Helena suspirou, encostando a cabeça no peito dele, sentindo a respiração dele, o calor, o abraço protetor que a fazia se sentir segura, mesmo depois de tudo que tinham passado. — Vamos terminar de jantar, mas depois quero ficar só com você — disse Klaus, beijando suavemente a testa dela. — Só nós dois… — sussurrou Helena, fechando os olhos, sentindo que estava exatamente onde deveria estar. A noite continuou calma, cheia de pequenos gestos de carinho, olhares, risadas discretas e a certeza de que, juntos, poderiam enfrentar qualquer coisa que o mundo lá fora tentasse impor. Depois de terminar o jantar, Klaus se levantou e pegou o prato de Helena, levando para a cozinha. — Amor, pode ficar aqui comigo só um instante? — ele perguntou, olhando nos olhos dela. — Claro — respondeu Helena, com um sorriso tímido, ainda sentindo o calor do abraço dele no peito. Ele voltou e fechou a porta da sala, deixando o ambiente só deles, silencioso e acolhedor. Aproximou-se devagar, pegando a mão dela e entrelaçando os dedos com cuidado. — Eu quero que você saiba… — disse ele, a voz baixa e firme — que tudo que faço, cada gesto, cada cuidado… é porque eu te amo de verdade. Não há nada que eu não faça para te proteger, para te ver feliz. Helena sorriu, emocionada. — Eu sei, Klaus… eu sinto isso em cada toque, em cada olhar. Eu nunca imaginei que alguém pudesse me amar assim. Ele se ajoelhou de frente para ela, segurando o rosto dela com delicadeza. — Você é minha joia, Helena. Minha única. Cada parte de você é preciosa para mim. Eu prometo que nunca vou deixar nada te machucar. Nem ontem, nem hoje, nem nunca. Ela sentiu uma lágrima escorrer, mas sorriu. — Eu… eu me sinto tão segura com você. Como se nada pudesse me atingir quando estou nos seus braços. Klaus inclinou-se e beijou sua testa, devagar, sentindo o perfume dela, a maciez da pele, a presença que o encantava a cada dia. — Então fica comigo aqui esta noite, só nós dois. Sem pressa, sem mundo lá fora. Só eu e você. — Ele acariciou o rosto dela, os cabelos, segurando-a junto. Helena encostou-se nele, sentindo o coração acelerar. — Eu quero… — sussurrou, com a voz trêmula, mas cheia de emoção — estar com você assim, só com você. Klaus sorriu, aproximando os corpos. — Então vamos aproveitar cada segundo, meu amor. Cada instante será só nosso. Eu quero que você sinta que é amada, protegida, desejada… completamente minha. Eles se abraçaram, deitados na cama, mãos entrelaçadas, trocando beijos suaves, mas cheios de intensidade. Klaus beijava cada parte do rosto dela, o pescoço, os ombros, com um cuidado quase reverente, mostrando que cada gesto era de amor e respeito. Helena retribuía, emocionada, com pequenos risos e suspiros, sentindo que aquele momento era único, só deles, construído com confiança, carinho e desejo contido. — Eu nunca vou deixar você se sentir sozinha ou desprotegida, Helena — disse Klaus, baixinho, acariciando os cabelos dela. — Você é minha vida, meu mundo, e cada batida do meu coração é sua. Ela fechou os olhos, encostando a cabeça no peito dele, sentindo a respiração, o calor e a segurança que só ele podia lhe dar. — Eu te amo, Klaus… — murmurou, quase sem fôlego. — E eu te amo mais do que tudo — respondeu ele, segurando-a firme, com uma intensidade doce e apaixonada. — Hoje, amanhã e sempre. E ali, naquela noite calma, com a cidade silenciosa lá fora, eles ficaram abraçados, sentindo que o amor verdadeiro era mais forte do que qualquer medo, qualquer ameaça, qualquer passado. Só existiam eles, e a certeza de que, juntos, poderiam enfrentar qualquer coisa, sempre.
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