eles entraram no avião rumo a lua de mel
já no hotel...
Helena virou-se lentamente nos braços de Klaus, sentindo o calor do corpo dele, o perfume dele misturado com a brisa suave do hotel. Ela sorriu, os olhos brilhando de emoção, e ele passou as mãos pelo cabelo dela, depois pelo rosto, como se estivesse gravando cada traço dela na memória.
— Olha só isso… — ela sussurrou, ainda maravilhada — é como um sonho, Klaus.
— Não é um sonho, meu amor — ele respondeu, beijando delicadamente a nuca dela — é real. É a nossa vida começando agora, longe de tudo e de todos que já tentaram atrapalhar a gente. Só nós dois, finalmente.
Ela se virou, apoiou as mãos no peito dele, e olhou nos olhos dele:
— Eu nunca imaginei que poderia ser tão feliz assim… — ela disse, a voz embargada — você fez tudo perfeito. Você sempre faz.
Ele sorriu, e puxou-a para um abraço apertado:
— Porque você merece, Helena. Só você. E eu vou passar cada segundo da minha vida fazendo você se sentir assim… segura, amada, feliz. Nada vai nos separar. Eu prometo.
Ela descansou a cabeça no peito dele, sentindo o coração dele bater junto com o dela, e Klaus deslizou os dedos pelas costas dela, sentindo cada curva, cada detalhe, como se tivesse medo de que aquilo acabasse.
— Agora… — ele disse baixinho, com um sorriso travesso — vamos aproveitar cada segundo. Essa é a nossa lua de mel. Só amor, só nós dois.
Ela sorriu, fechou os olhos e suspirou, sentindo pela primeira vez na vida que estava completamente protegida, completamente amada, completamente no lugar certo.
O silêncio do quarto foi preenchido apenas pelo som suave do mar do lado de fora, pelo tilintar da champanhe, e pelos corações deles batendo juntos, como se o mundo tivesse parado só para eles.
— Klaus… — ela murmurou — eu te amo tanto.
— Eu também te amo, Helena. Mais do que qualquer coisa. E agora… — ele sussurrou, encostando a testa na dela — começa a nossa história sem fim.
Eles se entreolharam, sorrindo, e ali, no meio das pétalas de rosas, do chocolate, do champanhe, a lua de mel deles começou com a promessa de que o amor deles seria eterno, intenso e verdadeiro.
Klaus sorria, completamente encantado com Helena, dançando com ela no meio do quarto, os olhares cheios de amor e admiração. Cada movimento era uma declaração silenciosa: ela finalmente era dele, e ele dela, e isso os deixava completamente apaixonados.
Depois de rodarem um pouco, voltaram a se beijar devagar, como se o tempo tivesse parado. Klaus a conduziu com cuidado até a cama, ainda segurando cada gesto dela com carinho. Helena sorria, tímida e emocionada, sentindo cada toque dele como se fosse magia.
Lentamente, ele foi retirando o vestido dela, com delicadeza, beijando cada centímetro de pele que podia alcançar: os ombros, o colo, a barriga, os braços… Cada beijo carregava ternura e respeito. Ele olhou nos olhos dela e perguntou:
— Você está nervosa?
— Tô… — ela respondeu, baixinho. — Tô nervosa.
— Tá tudo bem — ele disse, segurando o rosto dela nas mãos. — Quer que eu pare?
— Não… eu não quero que você pare. — ela sorriu, confiante e entregue.
E então continuaram se beijando devagar, cada toque, cada gesto, carregado de amor e paciência. Era a primeira vez dela, e Klaus fazia questão de que fosse perfeito, de que ela se sentisse segura e amada.
Quando finalmente se encaixaram, os movimentos eram lentos, suaves, com olhares e sussurros. Ele beijava o pescoço dela, os lábios dela, e falava ao ouvido dela:
— Relaxa, meu amor… só me sente.
Ela suspirava baixinho, entregando-se a ele com confiança, e ele respondia com a mesma ternura, cada gesto um ato de amor.
Quando tudo se acalmou, Klaus ficou ao lado dela, acariciando-a devagar, contemplando cada detalhe, cada expressão dela.
— Eu te machuquei? — perguntou, preocupado.
— Não, amor… foi perfeito, do jeito que eu sonhei — ela respondeu, emocionada, abraçando-o com força.
— Obrigado… por se guardar pra mim, por me dar esse presente — disse Klaus, sorrindo, enquanto a segurava próxima de si.
Eles permaneceram ali, abraçadinhos, sentindo o calor do corpo um do outro, o coração acelerado, e a certeza de que aquele momento era só deles, carregado de amor, carinho e entrega.