Depois de se abraçarem por alguns minutos, Klaus se levantou devagar, ainda com o olhar preso em Helena.
— Fica aqui, amor, só mais um minutinho — ele disse, com a voz suave.
Ela sorriu, enroscada nos braços dele, sentindo o calor e a segurança que só ele podia dar.
— Mas você vai se atrasar, meu amor — brincou ela.
Ele deu um sorriso leve e beijou a testa dela.
— Nada no mundo é mais importante que esse momento com você. — Então, se afastou, indo até a cozinha preparar o café da manhã.
Alguns minutos depois, ele voltou segurando uma bandeja cuidadosamente arrumada: suco fresco, frutas cortadas, torradas, ovos mexidos e café quente. Cada detalhe parecia pensado para agradá-la.
— Bom dia, minha joia — disse, colocando a bandeja sobre o colo dela, ainda deitada na cama.
Helena olhou para ele e sorriu, emocionada.
— Bom dia, meu amor… você é incrível.
Klaus se sentou ao lado dela, apoiando uma das mãos na dela, acariciando os dedos com cuidado enquanto ela provava o café.
— É só o começo do dia — ele disse, com aquele sorriso que a fazia derreter — Temos tempo para aproveitar juntos. Só nós dois, sem pressa, sem problemas, só amor.
Ela mordeu uma torrada, rindo baixinho:
— Eu ainda não acredito que tudo isso é real… você realmente cuida de mim assim…
Ele inclinou-se, beijando a ponta do nariz dela, e disse com a voz suave, mas firme:
— Eu sempre vou cuidar de você, Helena. Cada momento, cada passo… tudo. Você merece todo cuidado, todo amor que eu puder dar.
Ela apoiou a cabeça no ombro dele, sentindo a segurança daquele abraço, e ele envolveu-a, mantendo o olhar nela o tempo todo, como se fosse a única coisa que importasse no mundo.
— Vamos aproveitar esse café juntos, meu amor. — ele disse, sorrindo — Sem pressa, sem preocupações… só você, eu e essa manhã linda.
Helena sorriu novamente, sentindo o coração transbordar de amor.
— É perfeito… exatamente como eu sempre sonhei.
E ali, naquele quarto, com a bandeja entre eles, os olhos cheios de carinho, o mundo parecia pequeno demais para o que eles sentiam um pelo outro. Cada gesto, cada sorriso, cada toque era um lembrete de que aquele amor era real, intenso e absolutamente deles.
Helena foi no quarto da vovó depois que kalus foi pro trabalho ...
Helena ficou ali, abraçada com a vovó, sentindo o calor e a segurança que só ela sabia transmitir.
— Obrigada, vovó — murmurou, encostando a cabeça no ombro da senhora. — Eu realmente precisava falar com alguém… e só tenho a senhora.
A vovó acariciou os cabelos loiros dela, sorrindo com ternura.
— E eu estou aqui, querida. Sempre. Como uma avó, uma mãe e uma amiga. Você é muito especial, Helena. Muito rara.
Helena respirou fundo, sentindo o peito se aquecer com aquelas palavras.
— Eu pensei que o Klaus pudesse ficar chateado ou frustrado… — confessou, ainda tímida. — Porque às vezes eu penso que sou nova demais, que ele merecia alguém mais experiente.
— Oh, minha querida — disse a vovó, firme, mas cheia de amor. — Não diga isso. Você é perfeita do jeito que é. Ele te ama, Helena. E isso é o que importa. Ele se sente feliz e honrado por você ser quem você é. Por confiar nele, por guardar o seu coração só pra ele.
Helena sorriu, os olhos marejados de emoção.
— E ele ficou tão feliz, vovó… ontem, quando eu contei pra ele… Eu fiquei com medo de decepcioná-lo, mas ele… ele me abraçou e disse que isso era lindo, que eu era preciosa… — sua voz falhou, mas ela continuou. — Ele me fez sentir segura, amada… e é assim que eu sempre quis me sentir com alguém.
A vovó apertou Helena contra si, sorrindo com orgulho.
— Ah, minha querida, isso é raro hoje em dia. E você merece cada cuidado, cada carinho. Ele te valoriza de verdade, e vocês dois vão construir algo lindo juntos.
Helena fechou os olhos por um instante, sentindo o coração leve e feliz.
— Obrigada, vovó… por ser minha amiga, por me ouvir, por me proteger… Eu realmente precisava disso.
— Sempre, minha menina — disse a vovó, com a voz suave. — Lembre-se: você é preciosa. Sempre será. E ele, Klaus… meu neto, sabe exatamente o tesouro que tem nos braços.
Elas ficaram ali por mais alguns minutos, abraçadas, rindo baixinho e compartilhando aquele silêncio confortável que só a verdadeira confiança e amor podem trazer. Helena se sentiu acolhida, segura, e mais certa do que nunca de que o coração dela pertencia ao Klaus, e que, juntos, enfrentariam qualquer coisa que viesse.