ciumes e mt amor

1172 Words
No dia seguinte, Helena e Klaus acordaram cedo e foram tomar café da manhã na varanda do hotel, com vista para o mar. Ela usava um vestido leve azul, chapéu de palha e óculos de sol, sorrindo e brincando com as folhas de palmeira que o vento fazia dançar. Klaus estava ao lado dela, camisa branca aberta, short bege, óculos escuros, totalmente encantado com cada gesto dela. Enquanto ela ria de algo que uma garçonete contou, um homem se aproximou para cumprimentar o casal. Ele sorriu para Helena, e comentou sobre o quanto ela estava bonita, elogiando o vestido. Klaus franziu a testa, cruzou os braços e falou com um sorriso que tentava parecer calmo, mas os olhos diziam tudo: — Ah é? Está achando que ela está bonita, é? — disse baixinho, para Helena ouvir. Ela riu, segurando a mão dele: — Klaus, para… você está com ciúmes de quem m*l conhece? — Eu não estou com ciúmes… — disse ele, tentando disfarçar, mas o tom dele denunciava. — Só estou… curioso pra ver se ele entende que você é minha. Só minha. — E apertou a mão dela levemente. O homem percebeu a tensão leve e sorriu de forma educada, e Klaus, de repente, se aproximou dela e colocou o braço em volta da cintura dela, puxando-a um pouco mais para perto: — Você tá rindo da piada dele, mas não esquece que ele não pode te tocar, né? — disse Klaus, piscando de forma divertida, enquanto ela ria e balançava a cabeça, divertida com o ciúmes dele. — Ai, meu amor… você é tão exagerado! — Helena disse, rindo e acariciando o rosto dele. — Exagerado? Eu? — Klaus respondeu, com a sobrancelha arqueada, fazendo cara de ofendido. — Amor, você nem imagina o quanto eu cuido da minha joia! — disse ele, beijando a testa dela. Helena caiu na gargalhada e sussurrou: — Você é um fofo ciumento… mas eu amo isso em você. Klaus sorriu de volta, abraçando-a de lado e sussurrando no ouvido dela: — Então me faça feliz… e nunca, nunca faça ele pensar que você é de outro além de mim. Ela sorriu e beijou a bochecha dele, e ele se derreteu, rindo baixinho, porque por mais ciúmes que sentisse, no fundo ele só queria vê-la feliz… desde que fosse ao lado dele. Mais tarde, eles estavam na praia, a brisa batendo suavemente e o sol dourando a areia. Helena caminhava pela orla, usando um biquíni laranja que realçava a pele clara, os cabelos loiros soltos e os olhos azuis brilhando ao sol. Klaus a observava de longe, sentado na toalha, sorrindo cada vez que ela ria da espuma do mar. Quando ela saía da água, um cara passando por ali parou e, sem perceber Klaus, disse alto: — Nossa, que loura maravilhosa, gente! Que isso! Klaus se levantou imediatamente, os olhos faiscando. — O que você falou aí, irmão? — perguntou firme, cruzando os braços. O cara, assustado, gaguejou: — Foi m*l… estava só comentando… — Comentando? — Klaus deu um passo à frente, a voz baixa e controlada, mas carregada de ciúmes. — Você fala assim sem saber se a mulher é comprometida? Você acha que está falando com quem? — Seus olhos estavam fixos nele. — Ah… eu… foi m*l, cara, só falei que… — o homem recuou, percebendo o perigo. Klaus não perdeu tempo. Empurrou o cara de leve, mas firme, e ele caiu na areia. Klaus apontou o dedo para ele: — Melhor você sair daqui agora, ou vai descobrir do que eu sou capaz. O homem se levantou rápido e saiu correndo, envergonhado. Klaus voltou para Helena, respirando fundo, tentando se recompor. Ela se aproximou e colocou a mão no rosto dele: — Calma, amor… está tudo bem. Lembra que eu só sou sua? Estamos de lua de mel, lembra? Klaus sorriu, ainda tenso, mas relaxando um pouco. — É… você só minha. Isso me ajuda a manter a sanidade intacta — falou, segurando a mão dela e entrelaçando os dedos. Helena riu e se aproximou, encostando a cabeça no ombro dele. — Então vai ser bom, né? — disse ela, sorrindo. — Muito bom — respondeu Klaus, puxando-a levemente para ficar de frente com ele, protegendo-a como sempre fazia. — E vou garantir que ninguém mais te olhe assim enquanto estiver comigo. Eles sentaram juntos na areia, Klaus com a mão na costa dela, e Helena, sorrindo, encostou-se a ele, sentindo-se segura e amada. Ela riu baixinho e beijou o canto da boca dele, enquanto ele a abraçava mais forte, satisfeito e divertido ao mesmo tempo. O sol se punha, e ali, na praia, apenas os dois existiam. Helena e Klaus, juntos, apaixonados, e ele, completamente babando de ciúmes, mas feliz de ter a mulher da vida dele ao lado. --- Na manhã seguinte, Helena acordou, mas Klaus não estava ao lado dela. Ela se levantou devagar, como sempre gostava, arrumou a cama com cuidado e foi tomar um banho. Saiu do banheiro e vestiu um vestido colorido, leve, que combinava com a alegria do lugar, prendendo o cabelo num r**o de cavalo simples e elegante. Sentou-se na cama, pegou o celular e mandou uma mensagem: — Amor, cadê você? Pouco tempo depois, o celular vibrou com a resposta: — Bom dia, princesa. Estou aqui embaixo, no saguão, resolvendo umas coisas. Já vou subir. Fica quietinha aí, tá? Ela sorriu ao ler e respondeu rapidamente: — Tá bom. Horas depois, Klaus finalmente subiu, carregando uma bandeja de café da manhã cuidadosamente preparada. Ele abriu a porta do quarto primeiro, apenas para se certificar de que ela estava devidamente vestida. O serviço de quarto entrou com a bandeja, e ele fechou a porta atrás deles. — O que foi? Aconteceu alguma coisa? — perguntou o funcionário, surpreso por ele não estar no quarto. Klaus apenas sorriu e respondeu com aquele tom calmo, mas cheio de carinho que sempre derretia Helena: — Estou reservando mais dias para a gente, meu amor. — Sério? — Helena arqueou as sobrancelhas, encantada. — Eu pensei que a gente ia embora logo, até por causa da vovó. Ele segurou a mão dela, aproximando-se e falando com suavidade: — Não, meu amor. Minha irmã está lá, cuidando da vovó, então a gente pode ficar tranquilo. Planejei pelo menos 20 dias aqui, só nós dois. E já confirmei com ela que está tudo sob controle. Helena sorriu emocionada, sentindo o cuidado e o amor dele transbordando em cada gesto: — Tá bom… mas isso não vai atrasar seus compromissos na empresa? — Não, meu amor — disse Klaus, aproximando-se dela e beijando a ponta do seu nariz. — Deixei gente cuidando de tudo. Quando eu voltar, resolvo o que for preciso. Mas, agora, a prioridade é você… e a nossa lua de mel. Ela sorriu, completamente derretida, sentindo-se segura, amada e completamente entregue a ele. Aquele momento era só deles, uma pausa do mundo, cheia de carinho, risos e a promessa de dias perfeitos juntos.
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