No sábado, Alice sai com Josefo para a tal festinha da amiga e tento permanecer relaxada. Apenas rezo um terço inteiro e peço ajuda a todos os santos que a menina volte sã e salva; quase nada. De tarde, sou chamada pelo senhor Delamont, que me espera no seu escritório. Bato na porta duas vezes e entro. — Boa tarde, mandou me chamar, senhor? — Ele está em pé, próximo à janela, olhando lá para fora. Quando os seus olhos azuis se voltam para mim, tento não focar no quanto sua beleza afeta o meu raciocínio. Assisto-o soltar a cortina lentamente, afastar-se do local e caminhar até sua mesa, pensativo. — Sim, e já pedi que pare de usar a palavra senhor. — Ok. — Ele aponta para a cadeira à sua frente, e me sento. — Vi que minha filha acabou de sair. — Engulo em seco. — Saiba que caso algo aco

