Vitor Narrando...
Débora- Amor por enquanto isso já é o suficiente, você sabe que eu nem gosto de pedir dinheiro pra você né, mais às coisas em casa estão difíceis eu preciso desse dinheiro por que não tô conseguindo arruma emprego em lugar nenhum.
eu tô com a Barbara nesse chove e não molha já tem 3 anos e desde que eu conheci ela, ela nunca nem procurou emprego por isso ela nunca acha, vem nessa conversinha mole e eu sempre acabo dando tudo que ela quer, menos amor isso eu nunca dei, como eu vou dar uma coisa que eu também nunca recebi?
sombra- tranquilo, agora bora pra íntima.
Débora- sim.
ela já veio sorrindo pro meu lado, fomos até o quartinho que a cadeia oferece pros casais ficarem por uma hora cada casal.
🔥hot🔥
Assim que liberou a cela da íntima pra nós ela já veio me beijando agarrando o meu pescoço e eu apertando forte com as mãos a b***a dela.
Débora- nossa amor mó saudades dessa pegada.
ela falou entre os beijos e amassos.
sombra- É safada? fica peladinha pra mim ali na cama.
Ela obedeceu sem demora ficou nua de perna aberta na cama, eu fui colocando a camisinha por que não sou bobo, ela tá soltinha em São Paulo e eu aqui preso, o seguro morreu de velho.
sem muito carinho eu já foi metendo madeirada dentro da danada, ela gemendo alto e eu socando forte, depois virei ela de quatro e enfiei o pa@ todo dentro dela depois de um tempo gozei, aliviando a tensão, tomei uma chuveirada ali mesmo ela também e já fui colocando a roupa e ela também.
Sombra- até semana que vem.
falei seco.
débora- calma aí sombra, por que tem que me tratar assim tão frio?
sombra- por que nós é assim, é só resumo Débora, não me leva a m*l você sabe que eu não me apego.
falei e ja sai deixando ela sozinha ali na cela, voltei pra minha cela onde fica eu e mais 3 caras, levei comigo as comidas e as coisas que ela trouxe pra mim e dividi entre os caras que depois de tanto tempo já eram amigos, eles não mexem comigo e eu também não mexo com ninguém.
As visitas da Débora são sempre as mesmas, informações, comida, e sexo, nunca passa disso, eu nunca acredito em uma só palavra do que ela fala sobre a vida dela e o por que ela precisa de tanto dinheiro, mesmo assim eu deixo ela vir, eu aproveito o momento com ela e depois dispenso o f**a é que eu tenho me sentido vazio por dentro, como se nada mais tivesse fazendo sentido, tô anojado desse lugar, tô cansado de me sentir sozinho.
Quando noite caiu lá fora eu me deitei na minha cama que é a bem de cima do beliche e fiquei ali encarando o teto até às horas passarem e todos dormirem.
A 00:00 em ponto tirei o celular do esconderijo do tijolo pra poder ligar pro Carlinhos eu queria saber como ele tá e como tá minha grana.
Disquei o número que estava anotado no papel que a Débora me deu hoje na visita, chamou duas vezes até que alguém atendeu e não era o Carlinhos.
Luísa 📱 alô? quem fala?
uma voz suave de menina do outro lado da linha, fiquei um tempo em silêncio tentando imaginar de quem seria aquela voz.
Luísa 📱 alô, pode me dizer quem está ligando a essa hora?
ela insistiu parecia brava pelo meu silêncio e aquilo me estigou.
sombra📱 você não está com voz de quem estava dormindo.
provoquei a "estranha" do outro lado da linha.
Luísa 📱eu não estava dormindo ainda, mesmo assim já é tarde.
ela parecia incomodada, achei melhor deixar ela ir dormir.
sombra 📱 tem razão é tarde moça, vá descansar, eu cometi um engano e acabei ligando errado.
Ela não disse mais nada mais eu podia ouvir a sua respiração do outro lado da linha, depois de alguns minutos ela desligou.
Esse número só pode estar errado o Carlinhos não tem nenhuma irmã muito menos mulher.
Fiquei encarando o papel na minha mão com o número anotado como se fosse uma sentença silenciosa de algo bom que está por vir, tentando imaginar o que uma moça tão jovem fazia acordada a essa hora da madrugada? provavelmente estava voltando de alguma balada, ou da casa de um namorado, sua voz era doce e macia, voz de uma menina moça de quem da vida sabe só o básico.
Já tô viajando demais nos meus pensamentos nem sei quem é essa menina nem de onde ela fala tenho que esquecer isso e amanhã vou ver com a Débora o número certo do Carlinhos.
Fiquei com aquela voz na cabeça até o sono vir depois de um tempo eu dormi.
No outro dia de manhã cedo já estava acordado, tomei um banho fiz minhas higiênis bebi um café requentado que a cadeia oferece acompanhado de um pão duro feito pedra.
voltei pra minha cama peguei o celular no esconderijo e mandei mensagem pra Débora, aquela bandida tá me devendo uma pedra, me passando missão errada.
sombra 📱 Qual vai ser Débora?
Débora 📱 oi gatinho, tá precisando de alguma coisa?
sombra 📱 tô sim, tô precisando do número certo do Carlinhos por que esse que tu me passou tá errado.
Débora 📱 foi m*l devo ter anotado só um número errado, espera aí vou ver aqui e já te mando.
sombra 📱 tá, só não demora tá, isso é pra ontem Débora.
Débora 📱 relaxa eu já te mando.
desliguei o celular e fui pro pátio tomar banho de sol, aproveitei pra fazer alguns exercícios físicos, quando deu 15 horas da tarde voltamos pra cela, o almoço era uma porcaria mais era o que a cadeia oferece, almocei depois voltei pra minha cama, não conseguia tirar aquela voz da minha cabeça, tudo em mim dizia pra chamar por ela de novo e saber mais sobre sua vida, mais eu sou um ferrado ela não me daria papo algum, se ela for bem esperta ficaria bem longe de mim.