FLÁVIA Frank abriu as portas da casa e eu entrei com meu carro. Ele estava ali segurando o portão, sorrindo. Eu também fiquei sorrindo. Estacionei o carro e saí. Enquanto isso, ele fechou os portões e um garotinho veio correndo, disparado na minha direção. Ele parou na minha frente e ficou sorrindo pra mim. — Oi, bebê. — me abaixei sorrindo e ele ficou todo tímido. — Que coisa fofa você é! — passei a mão em seu rostinho. — Papai. — ele apontou para o Frank e este se aproximou da gente, sorrindo. Eu levantei e o cumprimentei. — Que bom que veio. — ele me deu um abraço. Nossa. Ele é o meu pai biológico. Esse abraço foi tão forte e aconchegante que aqueceu meu coração. Depois ele me soltou ainda sorrindo. — Estou muito feliz que você veio. — Eu também. — não escondi a felic

