Oleg não ficou ali deitado por muito tempo. Parecia que Pedro o havia matado apenas com o primeiro golpe, mas não. Depois de recuperar o fôlego, ele fez uma manobra brusca para a direita, o punho de Pedro bateu na parede. Pedro sibilou de dor e Oleg riu com voz rouca, cuspindo uma fonte de sangue no lindo papel de parede branco. — A culpa é minha. De repente ouvi um grunhido irritado de Pedro. Estremecendo ao ver sangue, descobri freneticamente como impedir o que estava acontecendo antes que alguém destruísse o apartamento. A ideia de ter que limpar o sangue das paredes me deixou enjoada. — Por que você deixou um estranho entrar em casa? — Então. Exclamei com raiva. — Se fosse uma mulher, você teria reagido da mesma maneira? Oleg se recuperou rapidamente. Fiquei surpresa com a força e a

