Estava um calor sufocante de verão lá fora. Mesmo com um vestido leve, fazia um calor insuportável. Mesmo assim, no caminho do jardim de infância para casa, o meu filho me implorou para diminuir a velocidade e parar no playground público, prometendo apenas descer o escorregador quente algumas vezes e ir para casa. Mesmo com óculos escuros, tive que apertar os olhos enquanto ficava de olho no meu filho. O telefone no bolso da minha bolsa vibrou, chamando a minha atenção. Baixando o olhar, vasculhei por um minuto entre centenas de pequenas coisas. — Vou chegar atrasado hoje, querida. É a voz do Pedro. Sorrindo, digitei imediatamente: devo dizer ao Dima que papai vai se atrasar? — Não, eu mesmo falarei com o meu filho. Deixe-o ir para a cama cedo. Amanhã vamos pescar de manhã cedo. Mas vo

