Eu estava no meio de uma larga estrada de asfalto, luzes de rua excepcionalmente brilhantes brilhavam ao meu redor. — Não tem alma... Onde estão todos? Um pensamento estranho passou pela minha cabeça, a minha alma estava inquieta. Olhando em volta, tentei espiar as casas que se estendiam acima da estrada. Mas a luz era tão ofuscante que num instante os meus olhos começaram a arder. De repente, no silêncio absoluto, ouvi uma melodia tranquila. Dublada, monossilábica. Misturou-se com o som de um carro se aproximando. — Um caminhão de sorvete? Pensei, lembrando-me de filmes estrangeiros. Mas quanto mais perto o carro chegava, mais eu observava os detalhes. A van era vermelha brilhante, com um anúncio de circo na lateral. O motorista não podia ser visto. Algo familiar, mas os meus olhos semp

