— Sim. Isso é tudo? Há mais alguma coisa em que eu possa ajudar? Desliguei primeiro, jogando o telefone para o lado com raiva. Tudo começou no momento em que Pedro descobriu a minha gravidez. Com a sua terrível história trágica, ele despertou, se não confiança, pelo menos uma simpatia duradoura. Ele me convenceu de que só queria ajudar o seu único e já querido filho. Bem, eu caí nessa como a última idi*ota. A princípio, ele insistiu que valia a pena mudar para outra região da capital. Para o mesmo apartamento que ele planejou me dar. Concordei em morar lá apenas pagando as contas de serviços públicos. Pedro categoricamente não aceitou dinheiro do aluguel. Depois, o meu trabalho foi criticado, segundo Pedro: nervosismo, capaz de causar aborto espontâneo. Em parte era verdade, mas o homem

