Cérbero Narrando Caralhø, saí da sala e o telefone começou a tocar de novo. Prometi para mim mesmo que não ia sair de perto dela, até ela acordar, até eu ver que ela está bem, mas meu telefone começou a tocar e a médica tentando examinar a, desliguei por várias vezes mas insistiu. Eu só peguei o telefone e saí da sala. Nem cheguei a atender direito quando dei de cara com a Érika e as outras paradas na porta e uma mulher que eu não conhecia. Enfiei o celular no bolso ainda tocando. — Quem é você? Que que tá fazendo aqui? — soltei seco encarando ela. Já assoviei pro cria que tava na contenção da sala e do corredor do consultório que a Carol tá, ele se aproximou com as mãos pro alto, como se dissesse que não tem nada a ver com B.O. — Cérbero… — Érika começou a falar. — Cala a boca. — I

