Capítulo 140 Érika

1281 Words

Érika Narrando Eu ainda não acredito que caí na curva. Tava com tanta raiva guardada pra cima da desgraçada da Gleice que nem percebi: ela podia tá com cúmplice, podia ter gente protegendo ela. Em sã consciência, quem é da quebrada sabe o risco de mexer com esse tipo de parada aqui no Turano — debaixo do olho do Cérbero? A mina não faria uma merda dessas se não tivesse alguma garantia. Aquilo me corroía por dentro. Os minutos viraram horas. Tonta, eu ouvia os passos, o barulho do carro sumindo — eu gritei, gritei, gritei, e nada. Quando tentei levantar, o mundo rodou, a tontura veio mais forte; vomitei quase. Procurei o celular no bolso e lembrei: deixei tudo — telefone e iPad — no armário do estúdio. Me joguei no canto, deitei com os olhos fechados, tentando recuperar a visão, respirar,

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