Capítulo 122 Curupira

1187 Words

Curupira Narrando Mano… foi só o tempo de descarregar, tá ligado? Eu já tava naquela marola de que ia meter outro banho, deitar, repetir a dose com a Paloma… mas o bagulho não me deu nem dois minutos de sossego. O celular começou a tocar, o nome do Macabro piscando na tela. — Caralhø, o que foi agora? — resmunguei, atendendo. — O mundo tá de ponta cabeça, Curupira. Olha o grupo. — a voz dele veio seca, nervosa. — Tu não viu o grupo pørra? — Ele mandou no veneno eu olhei pra Paloma peladïnha, respirei tirando o telefone da orelha, e deslizando o dedo na tela. Abri o zap, vi o tanto de mensagem, e quase que deixei o telefone cair da mão. Papinho de “autora”, “caderno”, “diário”… e o nome da Carol rodando de canto de boca. Eu travei. Fiquei indignado, de verdade. Assim como o Boquinha, e

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