Capítulo 71 Boquinha

1198 Words

Boquinha Narrando Papo reto, viadø… quando o Cérbero mandou a letra que era pra eu ficar na contenção da Carol, sem passar visão pra ninguém, já entendi que a fita era séria. Ele falou seco, daquele jeitão frio dele, só cortando: “Boquinha, segura a mina. Já deixa uns cria de alerta, se eu precisar vou dar o papo”. Não perguntei nada, porque com o Cérbero não tem caô, ele fala e a gente só executa. Como chefe da segurança, botei a tropa na risca. Dois no beco, um na descida e outro na contenção do portão da facul. Quando deu meu horário de vazar do morro, já colei no ponto estratégico. A mina já tava ciente do combinado: sair pela lateral, sem dar bandeira, porque a qualquer vacilo tinha um monte de urubu de olho. Na hora que ela atravessou, vi logo: passo rápido, olhar ligado, mas cor

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