Nunca se sentira em casa ali. De alguma forma, viver em um bairro suburbano respeitável nunca lhe agradara. O casamento, a casa, o bairro, tudo representara tantas expetativas que ela nunca se julgara capaz de preencher. Com o passar dos anos, Riley percebera que era melhor no seu trabalho do que alguma vez seria vicendo uma vida normal. Por fim, deixara o casamento, a casa e o bairro, e isso a tornou mais determinada em ir ao encontro das expetativas de ser a mãe de uma filha adolescente. Quando April estava quase abrindo a porta do carro, Riley disse, “Espere.” April se voltou e olhou para ela de forma apreensiva. E Riley disse, compassivamente, “Eu entendo. Eu compreendo.” April a olhou com uma expressão de espanto. Por um segundo, parecia estar quase chorando. Riley ficou quase tã

