Capítulo 1

1460 Words
Três meses depois BRITHNEY O primeiro dia de aula em um colégio onde você não conhece ninguém,é pior do que um verão frustrado.Nathan m*l parara em casa,eu acordava de manhã,ele já estava na fábrica,ele chegava a noite e eu já estava dormindo.E nos finais de semana sempre saía com a noiva loira aguada dele.E eu não tinha nada para fazer naquela casa imensa,mais parecia um palácio,as vezes me perdia pelos cômodos,aff. Sentia falta do humilde apartamento onde vivia com Bethany em Beverly Hills,não havia tantos quartos,só um que a gente dividia,a cozinha era dividida com a sala,só a cozinha do Nathan era o nosso apartamento inteiro.Minha irmã não teve esse castelo todo quando era casada com ele.Também pudera,o pai dele foi contra o casamento o tempo todo,mas com a morte do pai,estava nadando na grana,herdou sozinho todos os bens,a mansão,mais de cinco joalherias espalhadas pela cidade e a fábrica de onde as jóias de diamantes eram produzidas.Tá bom? Não.Ainda tinha contratos com lojas de outros países.Pensa numa grana...Não faço idéia de onde vinham tantos diamantes... Eu acordei com o despertador tocando uma música do U2.Que coisa de louco.Odeio rock,argh.Naquela manhã eu estava mais indisposta do que de costume.De novo tinha que passar por isso,cidade nova,colégio novo,pessoas desconhecidas,uns legais,outros nem tanto...Deixar Beverly Bills foi pior do que deixar Malibu.Nao gostava muito daquele lugar.Quando fui morar com Bethany,logo me identifiquei com aquela cidade,as pessoas eram mais simpáticas.E os meus amigos da escola,putz. Depois de uma ducha,saí do banheiro enrolada na toalha.Vi um uniforme escolar em cima da minha cama,o que não estava quando fui tomar banho: —Aff.—bufei pegando uma calcinha e um sutiã na gaveta do móvel. —Srta.Lorey,o café está pronto.—Mary gritou atrás da porta. —Estou quase lá,Mary.—respondi colocando a saia quadriculada preta e vermelha. —O sr.Adrwey vai levá-la para o colégio.—sério?m*l o via,à vezes esquecia até que ele existia. —Certo.—odiava blusa branca,ainda mais com mangas,aff.Nem no colégio de Malibu eu usava uniforme. —Ótimo.Já estou descendo.—disse abotoando o último botão. —Quer ajuda?—antes de completar dois segundos, eu abri a porta tão rápido que cheguei a sentir o vento no rosto. —Como se coloca isso?—ela não pôde conter um riso ao olhar minha cara de desespero segurando a droga da gravata na mão.Sério que tinha que combinar com a saia? *** Cheguei na sala de jantar e dei de cara com Henry Damons me comendo com os olhos.Até que era um gatinho,mas era do tipo romântico demais,prefiri manter distância,muito meloso.Certamente passou a noite aqui,isso acontecia quando Nathan resolvia trazer trabalho para casa. Nathan direcionou seu olhar para mim tomando um gole do seu café: —Bom dia!Animada para o primeiro dia de aula do seu último ano?—Nem um pouco.Mas pelo fato de ser o último ano me animava mais. —Claro.—respondi colocando o palitó preto do uniforme antes de me sentar à mesa. Meu café seria agradável se eu não sentisse os olhares de Henry para mim o tempo todo.Só desviava o olhar quando eu o encarava com minha cara tipo "perdeu alguma coisa aqui?" Isso aconteceu mais de três vezes. Aff.O cara gostava de ser desprezado. Não demorou muito e chegamos no colégio.Assim que Nathan virou a esquina eu consegui me movimentar.Eu me sentia figurinha repetida,todo mundo usava a mesma roupa.Nossa.Que patético.Era deprimente. Será que eu era a única aluna nova daquele colégio?Nunca atraí tantos olhares de uma vez só.Atravessei o corredor a passos longos,os mais rápidos possíveis.Quase Caí do saltinho baixo do sapato de fivela,que também fazia parte do uniforme. Resumindo:Meu ali só tinha a calcinha e o sutiã. Cheguei na sala sem demora,mais olhares.Estava me sentindo Gisele Bündchen. Todas as carteiras estavam praticamente ocupadas: —Aqui!—Olhei para a menina de cabelos curtos que estava acenando com uma mão e apontando com a outra para uma carteira vazia ao seu lado.Era lá mesmo.Quanto mais no fundo,menos seria percebida.—Me chamo Suzan.—Foi se apresentando assim que me sentei. —Sou Brithney.—respondi meio tímida.Garota esquisita,sorria para mim como se me conhecesse há anos. —Prazer,Brithney.Você é de onde? Era o que faltava.Mal acabei de conhecer e ela já queria saber de onde eu era. —Malibu.—respondi num sussurro. —Você veio de Malibu?—seu tom de voz atraiu todos os olhares outra vez.Minha cara quase rachou de vergonha. —Não.Eu nasci em Malibu.—que vontade de enterrar minha cabeça na areia. —Ah tá.E o que faz em San Francisco?Que absurdo.Garota abusada.Eu olhei para ela mordendo meus lábios nervosa,estava pronta para soltar os cachorros quando uma senhora baixinha e m*l vestida entrou na sala: —Bom dia,formandos.—Salva pela velha. NATHAN Acordei mais cedo que o de costume.Naquele dia fecharia mais um grande negócio com os espanhóis.Mais uma grande conquista.Abri o closet e peguei o meu melhor terno azul escuro para essa vitória. Viu só papai.Em seis meses consegui aquilo que você tentou em anos. Pensei comigo mesmo. Henry e eu ficamos até tarde elaborando os últimos detalhes da nova jóia que pretendíamos lançar no mercado.Ele era inteligente e eficaz,em seis meses na direção,ele havia desenhado mais de trinta jóias,ele era ótimo em tudo que criava,anel,pulseira, cordão,até modelos de relógios.Isso me rendeu muito,perdi as contas de quantas vezes seu pai me agradeceu por dar uma oportunidade para ele.Em nome da velha amizade entre meu pai e o pai dele.Mas o garoto era bom realmente. Pedi para Mary avisar a Brithney que eu a levaria para o colégio.Durante o café,não trocamos muitas palavras,percebia os olhares de Henry para Brithney.E os da Brithney para Henry.Foi divertido. Assim que deixei Brithney no colégio segui para a ADRWEY'S que ficava bem próximo. Nicolas estacionou a Range Rover dourada enfrente ao prédio de vinte andares. Assim que as portas do elevador se abriram,Tess veio em minha direção,ela havia exagerado,usava uma saia bege bem justa mostrando suas pernas torneadas,um palitó preto abotoado até o meio,por dentro usava uma blusa branca com um decote bem desenhado. Ela vinha desfilando em cima daquele salto de três metros.Se não fosse a sua eficiência e dedicação pelo trabalho,já estava no olho da rua. Achava que ia fazer comigo como fez com meu pai,estava muito enganada. ----Bom dia,senhor. ----Os espanhóis já chegaram,Tess?perguntei sem encará-la. ----Sim,senhor.Estão na sala de reunião.Sua noiva também ligou.Quer saber se está de pé o jantar de mais tarde. Putz.Havia me esquecido.O tal jantar com os pais da Melissa. ----Se ligar de novo,confirma.Passo às sete para buscá-la.----Disse abrindo a porta da minha sala.----E...Tess. ----Sim,senhor? ----Procura trabalhar mais e se exibir menos tá.----Entrei na sala sem olhar sua expressão.Henry soltou um risinho: ----Você é m*l!! *** O dia estava agitado.A reunião com os espanhóis durou um pouco mais que uma hora. Não tivemos tempo de sair para o almoço,era quase uma hora da tarde quando Tess entra na sala com a nossa comida japonesa,ela m*l me encarara toda sem graça pelo o que eu disse mais cedo. Seu andar já não era tão sexy como de manhã e o palitó estava abotoado até o último botão.Seu sorriso não era mais sedutor, Consegui mesmo deixá-la sem jeito.Não foi a primeira vez que tentou fazer uma graça,a última foi quando inventou que perdeu a chave do carro e me pediu ajuda para chegar em casa...Chamei um táxi para ela.Podia ter dado uma carona,já que era o mesmo caminho... Desci ao sub-solo para visualizar as produção das jóias,era de costume eu descer até lá,pelo menos,duas vezes na semana.Tudo ocorria as mil maravilhas. Henry havia descido para o departamento financeiro para o fechamento do dia. Eram cinco horas quando Nicolas chegou para me buscar.Eu saí da sala e me direcionei ao elevador. Tess estava sentada em sua mesa revisando uns papéis: ----Tess.----me aproximei.Ela me olhou por cima dos óculos.----Preciso que você faça uma ligação para Rússia antes de ir embora. ----Sim,senhor.----Respondeu já pegando o telefone.As portas do elevador se abriram e eu entrei de imediato,antes das portas se fecharem,pude ouvir a língua enrolada da Tess. A sua eficiência era maior do que seu abuso de tentar me seduzir.Ela era meu contato com os estrangeiros,Rússia, França, Itália.Eu realmente não podia dispensá-la. *** Cheguei em casa um pouco mais que cinco e meia.Uma música bem agitada vinha do segundo andar,não era uma música americana,parecia ser árabe,alguma coisa desse tipo. Subi as escadas num passo só.Ainda tinha o jantar com os pais da Melissa. Tinha uma hora e dez minutos.A música ficava cada vez mais alta conforme eu caminhava pelo corredor em direção ao meu quarto. A porta do quarto da Brithney estava entre aberta,primeira adolescente que eu conheci que curtia música árabe.Ao olhar para dentro,eu a vi dançando no rítmo da música árabe,usava um top verde de brilhantes que deixava firme seus s***s,a saia mais parecia um véu,era transparente e a a******a ao lado, vinha na altura de suas coxas,a saia combinava com o top. Não pude deixar de reparar o balanço dos seus quadris,ela jogava de um lado para o outro como se não houvesse nenhum osso. Brithney tinha 16 anos,mas seu corpo era bem desenhado.Aparentava um corpo de uma mulher já formada. Sua cintura era fina,seus s***s eram fartos,suas coxas eram grossas,ela vira de costas e pude observar a linha de suas costas até a sua b***a bem firme.Não havia reparado tanta beleza. O que está fazendo seu pervertido? Meu subconsciente me tirou do transe. Meu Deus,ela só tem 16 anos. Saí De lá às pressas.
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