Danielle. Estou em um quarto apertado, escuro e úmido. Não escuto nada além da minha própria respiração. Meu coração apertado e o suor escorre sobre meu rosto, uma sensação de medo e pavor. Um calafrio percorre minha espinha e é a gota d'água, não aguento mais esperar, não aguento fica aqui sem saber o que está acontecendo. Me levanto de vagar com o medo tomando conta em cada paço que dou, o silêncio é meu companheiro e me deixa em alerta. Abro a porta do quartinho colocando a cabeça para fora, e não vejo ninguém. Tudo está em uma escuridão feito breu, tenho apenas uma fresta de luz que vem das janelas. Vou pela ponta dos pés, fazendo o mínimo de barulho possível. Não encontro ninguém. Passo pelo cômodo bagunçado, e com vários porta retrato quebrados no chão. Vazio! Não tem

