o ultimo dia

1363 Words
eu nunca avia pensado como queria passar meu último dia mais de todo meus planos ate  mesmo dos mais férteis morrer por uma espécie de zumbi não era oque eu tinha em mente. Respiro fundo tentando recuperar o ar que parece que me foi roubado no momento que nossos olhos se cruzaram avia surpresa em sua expresao  eu não sabia oque dizer!   eu queria me aproxima olhá-lo mais de perto mesmo que isso não se parece normal  eu me sentia puxada para o estranho parado no meio do lago ele me fitava como se não soubesse oque eu era curioso (eu tabem não fazia ideia de quem ele era) Suspiro tentando transparecer naturalidade como se eu não tivesse o encarando a fumaça sobre seu corpo continua aumentando, deve ser coisa da minha cabeça já que ele não transparece dor, suspiro e resolvo por fim me aproximar  talvez eu devesse chamar alguma autoridade mais primeiro saber do que se trata parece essencial. — qual seu nome — grito ao me aproximar. Ele tem um semblante confuso  — mobi nevali — ele exclama como se aquilo significasse algo  — desculpe eu só sei falar inglês- suspiro para da ênfase a minha afirmação ele parece frustrado! Como se fosse eu a falar o idioma estranho sorrio sem graça talvez ele esteja tendo algum surto encaro agora mais de perto os cabelos ruivos estão encharcados  ele passa a mão num gesto que exala tanto sexualidade como controle sua pele e branca de uma maneira estranha por aqui geralmente as pessoas desse estado são bronzeadas  pelo calor excessivo do verão outro indicativo que ele não e daqui a seus olhos p***uta m****erda  só podem ser lentes! A menos que ele tenha saído do elenco de crepúsculo seus olhos são um verde quase amarelo  e parece ter pingos azuis  sorrio! Devo estar louca não é possível  — ayla — escuto Daniel gritar tinha me esquecido dele  — laturi?. — ele me questiona seja la oque, seja  resolvo me virar da melhor maneira que consigo (mimica). Ele me encara quando retiro o celular do bolso  aponto pro celular e faço o papel de uma criança fingindo discar e por na orelha ele acompanha todos meus movimentos como seu eu tivesse fazendo um ritual satânico a cada vez que meus dedos movem sua respiração parece entre cortada  e suas pupilas dilatadas o entregam  estendo o telefone para ele e ele n**a num gesto de cabeça apreçado. Ele chacoalha  a cabeça compulsivamente, bom pelo menos isso eu entendo’  — ayla.- digo apontando para minha cabeça ele me olha e assente  — Marcel- ele diz ótimo penso agora quando eu fizer a ligação terei pelo menos o nome  aponto para meu celular ele se afasta como se eu tivesse em mãos uma faca seu gesto me chama atenção para seu corpo ele esta, todo vestido de preto usa botas longas e grossas   a calças e a blusa parece ser de alguma categoria de material de coro  não posso vê, pois seu blazer cobre toda sua forma musculosa se seu rosto e belo seu corpo parece ter sido esculpido a uma tatuagem subindo deu pescoço não consigo distinguir oque e!  parece mais vários simbolas desconexos    um brilho me chama atenção para sua cintura  uma adaga! . Suspiro fundo e tento me afastar devagar seu semblante muda no mesmo instante e sei que corro perigo pelo olhar predatório que ele me dirige  — letuna malabachi tupoi — ele diz enquanto me encara e caminha devagar em minha direção  — eu não vi nada — digo rezando para que dessa vez ele me entenda  algo se move atrás dele e ele encara a algo com um olhar sádico. Aproveito a distração e corro em direção aonde Daniel parece observa de longe. Corro o mais rápido que posso aliviada de finalmente alcançar um local seguro, mais o alhar de Daniel me perturba  — podia ter me ajudado! — explodo  — com oque?-. Ele me questiona como se eu tivesse perdido a cabeça  — aquele maluco ali e uma boa razão! — exclamo e ele acompanha meu dedo ate o local vazio  suspiro assustada  — você esta bem?- ele me pergunta parecendo preocupado  — tinha alguém ali falando comigo você o viu?- questiono  — não só tinha você! — suspiro em choque  — preciso ir para casa.- anuncio deixando um Daniel preocupado para trás  o caminho para casa é confuso não tenho certeza se eu alucinei, ou se apenas aconteceu embora aparentemente só eu tenha visto não demora muito para que eu chegue ao meu bairro passo pelo quintal da antiga casa da minha vo. Maria que agora pertence a igreja dada em uma tentativa de comprar um lote no seu oque me parecia uma piada nem mesmo se ela vendesse aquele quarteirão todo ela conseguiria um passaporte para la suspiro pelo menos eles nos deixavam estacionar nosso trailer ali oque eu achava um absurdo bondade seria eles nos devolverem a casa dada  num momento de demência de um senhora fora das suas faculdades mentais. Mamãe odiava essa discussão segundo ela tinha sido o preso justo a se pagar me pergunto se a casa a pertencesse ela faria o mesmo?. Provavelmente penso minha mãe  se sentia suja por ser divorciada faziam 5 anos que tinha se convertido parara de fumar e beber em bares ate cair e me obrigava a ser convertida também mais apesar de tudo eu gostava mais dela assim  abro a porta do ‘trailer’ desgastada pelo tempo a pintura esta toda arranhada e a partes dele enferrujado isso sem falar nos encanamentos você não gostaria de esta na minha casa quando a natureza te chamasse! Adentro  minha mãe esta dormindo no beliche de cima oque e estranho no mínimo  ela deveria estar no serviço de garçonete a essa hora provavelmente arrumaria problemas se não estivesse  — mãe- digo de maneira gentil   — um minuto meu anjo — ela diz com a voz fraca e seguida tosse em seco  ela estava doente outra vez. Não era a primeira vez ela ajudava muito  os vizinhos limpava a igreja aos sábados era comum que ela estivesse sobrecarregada  — posso ir no seu lugar -ofereço  mais ela não se vira. — não Heitor não gosta quando você vai  seu lugar não la — ela diz de forma categórica  — durma meu anjo você também precisa trabalhar quando acorda já terei ido!  Suspiro em concordância me ajeito na (beliche) de baixo e acabo pegando no sono  15:45 acordo com um barulho estranho!e um som estranho de algo, engasgando, de repente um grito logo acima de min, abro os olhos, assustada não sei oque pode ser — mamãe — tudo fica em silêncio derre pente  olho em direção a beliche de cima uma cabeça aparece de canto devagar no meu campo de visão tem o rosto da minha mãe mais em simultâneo, seus olhos vidrados e dentes afiados não parecem pertencem a um humano ela  faz movimentos estranhos como se tivesse sofrendo espasmos  e não deixa de me encara em nenhum momento tento não respirar por que cada vez que suspiro os espasmos são maiores  ela poem as garás negras para fora da (beliche)  me fitando a todo momento  — mamãe — digo enquanto lagrimas escorrem  ela se joga da (beliche) e tenta me alcançar empurro com um chute  mais ela e mais rápida  e me arranha grito desesperada! Oque parece encorajar mais  ela tenta me alcançar agora com exito e pula sobre min tento me proteger com as mãos  — mãe! — ela abre um sorriso que me deixa ver bem as presas enquanto uma gosma estranha cai na minha cara  — shiu! — ela diz e morde o braço que esta sobre meu rosto grito de dor vejo estrelas quando a porta do “trailer” se abre  alguém entra ouço um baque  e um som de lamento e algo parece quebrar  — vediba? Escuto sua voz mais e como se ele tivesse a milhas de min  sinto meu braço sendo puxado  um som que parece ser de suspiro em seguida escuto os tiros e a última coisa que me lembro antes de acorda em seu mundo.
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